Vendas positivas ou negativas?



Marisa Fonseca Diniz

A falta de oportunidades para profissionais sem experiência e veteranos, tem feito com que alguns profissionais se aventurem na área de vendas de produtos e serviços de alto valor agregado às empresas e consumidores finais. Profissionais sem nenhum tipo de preparo ou conhecimento de processos de vendas vêm gradativamente denegrindo a área comercial. 

É um grande erro dizer que qualquer profissional pode vender produtos ou serviços. Os processos de venda de produtos são totalmente diferentes ao de serviços. Atualmente, a economia brasileira está mais voltada ao consumismo e a prestação de serviços. É perceptível que muitos profissionais querem pegar carona nesta onda de consumismo e saem vendendo qualquer tipo de produto ou serviço, inclusive para o mercado corporativo (B2B).

A falta de investimentos das empresas em querer investir em treinamento de funcionários têm feito com que a rotatividade de profissionais nesta área seja elevada. Um outro ponto importante a destacar é que, empresas e profissionais autônomos  tem se aventurado na área comercial sem se preocuparem em fazer nenhum tipo de planejamento estratégico ou pesquisa de mercado para saber o tipo de cliente ou região que o produto ou serviço deve atingir.

É importante registrar que, serviços mirabolantes com valores abusivos não são vendáveis, e a publicidade não é solução facilitadora para venda imediata de produtos ou serviços, muito pelo contrário, é um dinheiro jogado fora sem retorno positivo. Antes de qualquer lançamento no mercado, as empresas devem dispor de dados relevantes sobre o seu campo de atuação, negócio, concorrência, especialmente os clientes, e é necessário efetuar uma pesquisa de mercado para definir os seguintes aspectos:

Definição dos problemas e objetivos da pesquisa;
Desenvolvimento do plano de pesquisa;
Coleta de informações;
Apresentação dos resultados.

Após a realização das pesquisas, as organizações devem decidir se devem coletar mais informações ou utilizarem os dados disponíveis. As pesquisas podem ser feitas através de questionários, enquetes, levantamentos, observação, entre outros.

A principal razão para se adotar a pesquisa de mercado é descobrir a oportunidade de mercado e conferir uma vantagem competitiva sustentável. O produto ou serviço precisa ter um diferencial no mercado, a fim de que possa trazer resultados positivos à empresa.

Outro ponto importante a destacar é o planejamento estratégico, pois ele prevê o futuro da empresa e dos negócios a longo prazo. O planejamento consiste em decidir o que deve ser executado e de que maneira, e é crucial para o sucesso da organização e dos negócios. Sem estes processos é impossível ter resultados positivos. Portanto, antes de sair vendendo faça uma boa análise de mercado e veja se os resultados trarão resultados compensadores.


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Que tipo de líder você é?


 Marisa Fonseca Diniz


A grande maioria dos profissionais que gerenciam empresas e equipes se consideram líderes natos, porém poucos são os profissionais que demonstram atitudes de um verdadeiro líder. A maioria destes jamais colocaria sua carreira profissional em risco por uma  equipe ou empresa.

O que muitos destes profissionais que auto se intitulam líderes não sabem é que, o verdadeiro líder não é apenas aquele que detém o comando, e sim aquele profissional que toma a maior parte das iniciativas em um grupo ou equipe, dirige, orienta os outros membros, compartilha conhecimentos e acima de tudo não tem “medo” de enfrentar qualquer tipo de problema e nem de colocar sua posição em jogo.

As empresas necessitam de equipes que gerem resultados. Para isso, é necessário se ter a frente um líder que possua algumas características estratégicas como: habilidade motivacional, saber influenciar seus liderados com ética, positividade e entusiasmo, a fim de que alcancem os objetivos da equipe e da empresa.

Ser líder vai muito além da atividade de um chefe. O chefe é o profissional que  tem autoridade de mandar e exigir obediência, e é encarregado por uma tarefa ou atividade em uma organização.  Atualmente, há muitos chefes e poucos líderes nas organizações, os gestores necessitam das competências de um chefe e as atitudes de um líder acima de tudo.

Existem três teorias sobre a liderança: traços de personalidade, estilos de liderança e situações de liderança. Um líder deve ter as seguintes características:

Saber se comunicar;
Ser criativo;
Ter visão a longo prazo;
Ter caráter;
Ser corajoso;
Ser convincente;
Carismático;
Competente;
Empático;
Ter senso comum;
Ser um ótimo negociador;
Ser uma pessoa de ação;
Ser exigente;
Ser honesto;
Ser coerente;
Saber comandar.

Os principais estilos de liderança são os seguintes:

Liderança Autocrática: também conhecida como liderança autoritária ou diretiva. O líder é focado nas tarefas, apenas é levada em consideração a opinião dele, seus liderados são ignorados totalmente.

Liderança Democrática: também conhecida como liderança participativa ou consultiva. O líder é voltado para a participação da equipe em seus processos decisórios.

Liderança Liberal: este tipo de liderança dá liberdade aos profissionais na execução de seus projetos. A equipe é madura e auto dirigida sem necessitar de supervisão constante, porém o líder acaba deixando passar falha e erros sem corrigi-los.

Liderança Paternalista: é similar a relação interpessoal entre pais e filhos. É uma relação confortável para os liderados por evitar conflitos, porém não é modelo de liderança profissional.

Liderança por Ideal: neste tipo de liderança a cultura organizacional é sustentada por modelos mentais dos líderes, gerando um ambiente de participação e integração dentro do grupo. O líder vai além das fronteiras da empresa, criando elos entre colaboradores, parceiros, clientes, fornecedores e o próprio líder.





Há vários exemplos de líderes no mundo cada um com suas características próprias que vale a pensa saber: Abraham Lincoln, Gamal Abdel Nasser, Mahatma Gandhi, Joana D’Arc, Mao Tsé-Tung, Napoleão Bonaparte, Winston Churchill, Ângela Merkel, Thomas Jefferson, Jacques Chirac, Margaret Thatcher, entre outros.



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Investindo em Bioarquitetura

Marisa Fonseca Diniz



Bioarquitetura é um ramo da arquitetura que busca construir imóveis em harmonia com a natureza, com baixo impacto ambiental e custos operacionais reduzidos. Este conceito surgiu em meados de 1960 priorizando o uso de técnicas e insumos sustentáveis.  

O processo construtivo sugerido pela bioarquitetura utiliza materiais naturais que reduzem o impacto com o meio ambiente, transporte e produção. Os materiais naturais que são utilizados nesse processo são:  bambu, palhas, madeira reflorestada, terra, pedra, argila, entre outros.

As construções que mais utilizam os insumos naturais citados acima são obras efetuadas em fazendas, chácaras, casas de campo e paisagismo. As construções nos centros urbanos tendem a utilizar insumos sustentáveis ou ecoprodutos que são mais resistentes a infraestrutura das cidades. Vejamos alguns ecoprodutos:

Blocos de concreto reciclados;
Telhados verdes;
Aquecedores solares;
Telhas e placas ecológicas;
Tijolo ecológico;
Tinta mineral ecológica;
Entre outros.

É importante ressaltar que há diferenças entre material natural e materiais sustentáveis. O material natural é utilizado na forma que é extraído a matéria-prima (in natura), e não utiliza nenhum tipo de processo industrial. Os materiais sustentáveis passam por processo industrial de transformação. Por exemplo, a telha ecológica é produzida através da transformação de tubos de pasta de dentes usadas e recicladas.

Uma das vantagens da bioarquitetura é o aproveitamento da mão de obra local onde as obras são executadas, uma vez que minimiza o alto custo da construção e a emissão de poluentes. Quanto mais processos e produtos ecológicos ou sustentáveis tivermos no país, melhor será a conservação do meio ambiente.


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CHRO, CIO, CKO...o que significam todas estas siglas?

Marisa Fonseca Diniz


O profissional que não fala inglês ou nunca trabalhou em uma empresa multinacional, se sente perdido ao procurar uma vaga de emprego no mercado de trabalho, pois muitas empresas utilizam siglas para designar cargos executivos.

A linguagem empresarial fica muito mais fácil de entender quando todos os profissionais sabem o que as siglas dos cargos executivos significam, por isso decidi fazer este artigo a fim de poder ajudar a entendê-las.

Todos os cargos de alta gestão começam com a letra “C” de Chief, palavra inglesa que significa “chefe” em português.


Vamos entender melhor o significado de todas estas siglas:


Sigla
Nomenclatura em Inglês
Cargo Compatível em Português
CEO
Chief Executier Officer
Presidente, superintendente, diretor executivo e diretor geral
CFO
Chief Financial Officer
Diretor Financeiro
CHRO
Chief Human Resources Officer
Diretor de RH
CIO
Chief Information Officer
Diretor de TI
CKO
Chief Knowledge Officer
Diretor de Conhecimento
CLO
Chief Learning Officer
Diretor de Aprendizado (responsável pelo capital intelectual das empresas)
CMO
Chief Marketing Officer
Diretor de Marketing ou Comercial
COO
Chief Operating Officer
Diretor de Operações
CRO
Chief Risk Officer
Diretor de Riscos de Operações Financeiras
CSO
Chief Security Officer
Diretor de Segurança
CTO
Chief Technology Officer
Diretor de Tecnologia

Empresas brasileiras nacionais de pequeno e médio porte, nem sempre adotam estas siglas para designar cargos de alta gestão.



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Sustentabilidade: “Tinta ecológica”

Marisa Fonseca Diniz



A indústria de tintas e vernizes imobiliários está associada a produtos tóxicos, porém com a preocupação de alguns pesquisadores em desenvolver produtos sustentáveis para a construção civil, este conceito tem sido substituído por produtos ecologicamente corretos.

O mais importante componente das tintas convencionais é o aglomerante, que pode ser resina (nas lacas), óleo secativo (tinta a óleo) e polímeros (tinta a emulsão). O envelhecimento das tintas é impedido pela presença dos aglomerantes e do pigmento que é um material pulverizado com a função de dar cor às tintas. As tintas possuem certas características que as classificam como tintas de qualidade, tais como: viscosidade, poder de cobertura, brilho, cor, fineza, peso específico e teor de não voláteis. O teor de não voláteis é a concentração de resinas e pigmentos após a evaporação dos solventes.

O grande interesse dos pesquisadores em produzir uma tinta ecológica era justamente manter todas estas qualidade, porém substituindo as matérias-primas obtidas de fontes não renováveis por solventes orgânicos compostos à base de água, a fim de não agredirem o meio ambiente.

Atualmente, no mercado mundial da construção civil existem algumas indústrias que produzem tintas, vernizes e argamassas sem nenhuma substância de síntese química derivada do petróleo. Essas indústrias reformularam as composições dessas tintas substituindo as matérias-primas convencionais pelas provenientes da agricultura, como o leite, ovos, laranjas, cera de abelhas, própolis, óleos vegetais, amido, resinas ou terras vegetais naturais.

A opção saudável  e sustentável para o revestimento de paredes texturizadas, é a utilização de tinta mineral natural à base de terra e emulsão aquosa. A principal característica da tinta mineral natural é que são à base de água e não impermeabilizam a parede, o que permite as paredes respirarem e manterem o controle de umidade nas construções.

Os pontos favoráveis na utilização desse tipo de tinta mineral é que proporcionam um ambiente mais saudável, livre de eliminação de gases organo-clorados, elimina fungos e mofo. É um material com alta resistência ao tempo, fácil lavagem, não desbota, a pigmentação é natural e a repintura é feita a cada 6 ou 10 anos.

Economicamente o custo de produção da tinta ecológica é superior ao das tintas convencionais, porém o impacto destes produtos na natureza é substancialmente menor.

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Preconceito de gerações

Marisa Fonseca Diniz


As manifestações que vem acontecendo no Brasil, na Turquia e em alguns países da Europa possuem um fato em comum com o mercado de trabalho atual. A geração “Y”, jovens na faixa dos 18 aos 29 anos, que manifestam suas insatisfações pelas ruas do Brasil são os mesmos que demonstram a falta de “foco” nas empresas.

Inicialmente, a convocação dos jovens brasileiros pelas redes sociais tinha como objetivo principal manifestar contra o aumento das passagens de ônibus, porém depois de atingida a meta o grupo que comandava retirou-se das manifestações. Percebeu-se claramente que os jovens ficaram sem rumo, e criaram manifestações paralelas de insatisfações individuais. Algumas das reivindicações nem era pela falta de emprego, saúde, educação, segurança, corrupção ou por PECs, e sim pelo modismo de estarem nas ruas “manifestando” por qualquer coisa.

Assim é o que vem acontecendo no mercado de trabalho com esta geração. Endeusar uma determinada geração não é a solução para problemas de falta de objetivos e crescimento das empresas. A geração “Y” é uma geração de profissionais acostumados a conseguirem tudo que desejam não se sujeitando a tarefa de menor importância, almejam começar em cargos elevados no início da carreira, querem sempre estar no centro das atenções e lutam por salários ambiciosos.

Trocam de emprego com frequência em busca de desafios, muitas vezes nem  sabem o que procuram, pois foram criados em uma época em que tudo muda muito rápido, a era tecnológica, assim é a vida deles. Não foram criados para pensar, planejarem ou terem metas certeiras.

São mimados e não possuem “foco” em suas reivindicações. É a geração que protesta, mas sem ter uma idéia firme sobre a melhor solução para resolver suas crises existenciais.

A maior falha do mercado de trabalho e da sociedade em estimular a geração”Y” é formar pessoas sem objetivos. Qualquer fato que vá contra os anseios momentâneos desta geração pode gerar frustrações, assim como vemos nas manifestações.   

A mistura de gerações é importante em todos os sentidos dentro de uma empresa, favorecendo o crescimento da mesma em todos os aspectos. Profissionais da geração “baby boomer” são ótimos para analisar e implantar processos consolidados nas empresas. Os profissionais da geração “X”, por exemplo, deveriam ser os mais requisitados pelo mercado de trabalho, pois são excelentes para supervisão, implantação de projetos, treinamentos garantindo estabilidade nas empresas durante e após crises econômicas.

Juntando as gerações, todos os profissionais envolvidos seriam beneficiados, inclusive a estabilidade dos profissionais da geração”Y”. Porém, o preconceito impede que as empresas enxerguem os benefícios que podem proporcionar no desenvolvimento e crescimento de suas corporações.

Hoje, o grande erro nas empresas é excluir as demais gerações dos postos de trabalho e taxar todos como resistentes e avessos a mudanças. Um profissional da geração “X”, por exemplo, está muito longe da aposentadoria, e não há como ser resistente a mudanças. Profissionais resistentes ou avessos a mudanças, independente da idade, em geral preferem ter seu próprio negócio, terem sua independência profissional e não estão em busca de uma recolocação no mercado de trabalho.

Os postos de trabalho abertos hoje, excluem por completo as gerações “baby boomer” e “X”. O preconceito de idade na recolocação de um profissional no mercado de trabalho, além de ser uma atitude débil demonstra que a empresa não tem credibilidade no mercado. 

Não é a idade que faz o profissional e sim seus conhecimentos, experiências e  atitudes. O preconceito é uma prova de inferioridade e insegurança de quem não tem capacidade de estar no cargo que ocupa. Estereótipos não fazem uma empresa, um profissional ou um país crescer. Os profissionais não podem ser classificados como produtos chamados “gerações”.

Por favor, menos preconceito e mais oportunidades àqueles que estão aptos ao trabalho independente  da idade, inclusive eu, valorizar o profissional demonstra maturidade profissional e pessoal.

Reflexão:

“A quantidade de preconceito que cada um de nós tem é inversamente proporcional a de inteligência” - Jefferson Luiz Maleski
                                                 
  

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Planeta Terra: "Não me matem"

Marisa Fonseca Diniz


O aumento nas temperaturas globais tem desencadeado várias alterações no nosso planeta. As atividades industriais, os transportes e a mineração produzem substâncias que contaminam a atmosfera, o solo, as águas e prejudicam a saúde das pessoas.

O aquecimento global é uma consequência das alterações climáticas que vem acontecendo no planeta Terra. Pesquisadores do Painel Intergovernamental em Mudança do Clima (IPCC), da Organização das Nações Unidas (ONU), comprovam que o aumento da temperatura global de 0,3º a 0,6º tem sido suficiente para modificar o clima das regiões afetando a biodiversidade, e desencadeando vários desastres ambientais.

Nas últimas décadas, a população mundial tem lançado grandes quantidades de gases na atmosfera, provenientes da queima de combustíveis fósseis, incêndios florestais e o desmatamento que colaboram com o efeito estufa.

O efeito estufa é um processo natural gerado por gases presentes na atmosfera, que refletem parte das radiações infravermelhas do Sol, tornando alta a temperatura do ar próxima à superfície. O agravamento do efeito estufa desestabiliza o equilíbrio energético no planeta e origina o fenômeno conhecido como aquecimento global.



Para diminuir a intensificação do efeito estufa são necessárias algumas atitudes, tais como:

Menor consumo de combustíveis fósseis: derivados do petróleo, gás natural e carvão mineral devem ser substituídos por fontes de energia renovável, tais como: solar, eólica, hídrica, etc;

Proteção da Vegetação: conservação e ampliação das áreas florestais é uma maneira de diminuir a intensificação do efeito estufa.

A população mundial deve se conscientizar de que o planeta Terra aos poucos está se deteriorando com os efeitos do aquecimento global, e deve desenvolver recursos sustentáveis a fim de conservá-la para as futuras gerações.


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Ameaça ao Planeta: Desertificação

 Marisa Fonseca Diniz


O meio ambiente é o conjunto de componentes físicos, químicos, biológicos e sociais capazes de causar efeitos diretos ou indiretos, em um prazo curto ou longo, sobre os seres vivos e as atividades humanas.

O aumento da população mundial, o desaparecimento da biodiversidade, o alto consumo de energia e matérias-primas são fatores propícios ao aumento da desertificação mundial. A falta de controle e consciência da população mundial em manter a biodiversidade, tem feito com que ela desapareça aos poucos. Sem biodiversidade é impossível o ser humano sobreviver.

Segundo dados da ONU – Organização das Nações Unidas, o mundo perde de US$ 2 trilhões a US$ 5 trilhões por ano de biodiversidade, principalmente nas partes mais pobres do planeta.

A desertificação da terra é frequentemente acompanhada pela perda da fertilidade do solo nas regiões áridas, semi-áridas e semi-úmidas secas, que resultam das variações climáticas e das atividades humanas. A aceleração do processo de desertificação se dá através do desmatamento e das queimadas que tornam o solo infértil.

Vários problemas são gerados através do processo de desertificação, dentre os quais:

Formação de áreas áridas;
Aumento da temperatura;
Diminuição do nível de umidade no ar;
Baixo desenvolvimento da agricultura;
Produção baixa de alimentos;
Aumento da fome e da pobreza nestas regiões.

O processo de desertificação prejudica o meio ambiente, modificando o ecossistema da região afetada, eliminando milhares de espécies vegetais e animais.

A ONU estima que até o ano de 2020, cerca de 135 milhões de pessoas correrão o risco de abandonarem suas terras devido à desertificação, sendo que 60 milhões destas pessoas serão da África Subsaariana. O Sudão é o país onde é possível perceber a aceleração do processo de desertificação que corresponde a 414 mil quilômetros quadrados.

Na Ásia, 1,7 bilhões de hectares de terra árida, semi-árida e semi-úmida, sendo que as áreas mais prejudicadas incluem os desertos crescentes na China, Índia, Irã, Mongólia e Paquistão; as dunas de areia da Síria, as montanhas erodidas do Nepal, o desmatamento e a pecuária das regiões montanhosas do Laos.

Na América Latina e no Caribe, a perda de terras para cultivo e de vegetação afeta 313 milhões de hectares.  O chamado grupo do Mediterrâneo, na Europa, formado pela Espanha, Portugal, Itália, Turquia e Grécia também já estão sofrendo o processo de desertificação.

O Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca é comemorado no dia 17 de junho. A Assembléia Geral das Nações Unidas, em 1994,  estipulou esta data para aumentar a sensibilidade da opinião pública sobre as necessidades de se promover a cooperação internacional no combate à desertificação, e os efeitos da seca.

O que você está fazendo para evitar este processo na sua cidade ou no seu país?



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