“Puxadinho” sustentável

Marisa Fonseca Diniz

Que tal transformar seu puxadinho em uma construção sustentável?

Para quem não sabe puxadinho é uma construção que não possui aprovação legal dos órgãos públicos, e é mais conhecido como um anexo nas casas populares de baixa renda que, resolve o problema de espaço sem precisar investir em reforma.

Engana-se quem acha que o puxadinho é uma construção exclusiva do Brasil, o puxadinho é utilizado em diversos países do mundo, inclusive em países desenvolvidos que os utiliza em construções nada populares.

O puxadinho é diferente da edícula em função de não possuir uma saída independente da unidade habitacional principal. Há uma variedade de puxadinhos pelo país a fora, uns mais criativos que outros. O grande problema destas construções ilegais é que são construídas de qualquer jeito e não fornecem segurança alguma aos moradores, uma vez que muitos deles estão próximos de redes elétricas, morros e vias.

A opção de se construir um puxadinho mais barato que o habitual é a utilização de materiais sustentáveis, tais como:

Materiais de demolição: portas, janelas, madeiras que são encontrados em imóveis demolidos;

Tintas ecológicas: a base de água e terra que podem ser aplicadas em interiores e exteriores;

Reutilização da água da chuva: reutilize a água da chuva para descargas;

Material reciclado: utilize material reciclado para a decoração.


O governo brasileiro disponibiliza uma cartilha para quem pretende construir ou reformar de maneira sustentável com as melhores dicas para gerar economia e conservar o meio ambiente.

Vamos ver alguns exemplos de puxadinhos sustentáveis e criativos:


Na Nova Zelândia, uma equipe de designers projetou um puxadinho bem criativo para tornar as construções mais verdes. Uma varanda anexável aos apartamentos modernos pode ser utilizado como um pequeno jardim.




O Projeto Elemental para a favela Paraisópolis, São Paulo foi criado como uma tentativa de transformar o “puxadinho” num método sustentável de construção segura e lucrativa aos moradores.


Puxadinho comercial:



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Você tem dito mais “sim”, do que “não”?

Marisa Fonseca Diniz


Em tempos modernos muitos são os conflitos que ocorrem no trabalho, na sociedade ou nos relacionamentos pessoais, porém algumas pessoas preferem dizer sim a tudo do que contrariar qualquer situação que lhes desagradam. Estas pessoas vivem em constante conflito interno, pelo medo de serem rejeitadas ou ameaçadas por seus amigos, chefes e companheiros.

A passividade é o sinônimo de inércia, indiferença e está associada à falta de ação ou responsabilidade. O comportamento passivo tende a diminuir a capacidade do indivíduo em resolver problemas, incapacitando-o a enxergar a solução. O problema acaba tomando formas complexas e anormais em relação ao tamanho.

O comportamento passivo é aquele que possui ações internas e externas que não geram soluções efetivas na resolução dos problemas, muito pelo contrário, geram desgaste de energia e alimentam relações de dependência, tais como:

Não fazer nada: a energia é toda utilizada na inibição da ação;

Super-Adaptação: o indivíduo imagina que seu chefe, companheiro ou amigo deseja que ele faça algo. Seu foco é todo direcionado em agradar o outro, e não em resolver a questão, se sentindo isento de qualquer responsabilidade por sua conduta;

Agitação: desgaste de energia em ações repetitivas, sem resultado concreto, como por exemplo: fumar sem parar, ter pensamentos repetitivos, etc;

Incapacidade ou violência: a descarga de energia através da incapacitação, tais como desmaio, vômitos, fortes dores de cabeça ou através de um ato violento chegando até a agredir pessoas.

Funcionários com comportamentos passivos possuem atitudes de fuga, principalmente quando se sentem pressionados por algum trabalho que acreditam não serem capazes de realizar. Chegam a inventar doenças, além de subterfúgios como atestado falso para faltarem no trabalho, evitando a frustração por não conseguirem realizar determinada atividade ou a entrega do mesmo em tempo determinado.

As consequências negativas desse tipo de comportamento propícia ao indivíduo sofrer de rancor, ressentimento, incapacidade de comunicação, desperdício de energia tentando se defender e não criar ações construtivas, além de perder o respeito por si próprio causando sofrimento pessoal em todos os sentidos.

Casos típicos de pessoas passivas:

Aquele que nunca tem tempo para nada;
O tímido e silencioso diante dos problemas;
Aquele que adia tudo, arranjando sempre desculpas;
O observador que se recusa a tomar partido;
Aquele que tenta mudar todo o processo com a desculpa que precisa refletir melhor sobre o problema;
O bonzinho que tenta ser agradável com todos e se deixa ser abusado;
Aquele que concorda com tudo e não suporta conflito;
Aquele que tenta conseguir algo através de lamurias.

O indivíduo que possui comportamento passivo além de prejudicar a si próprio devido à insegurança, incapacidade, problemas a médio e longo prazo, desperta nas outras pessoas comportamentos agressivos, atitudes manipuladoras, indiferença, irritação e afastamento.

A atitude agressiva caracteriza-se pela imposição dos próprios valores subestimando o indivíduo passivo. As atitudes agressivas são as seguintes:

Os outros não são ninguém;
São capazes de ganhar de qualquer pessoa;
Autoestima oscilante;
Atitudes unilaterais não levando em consideração os interesses alheios;
Controlador, intimidador e dominador;
Castiga e controla.

A atitude agressiva em ambiente de trabalho contra o profissional passivo provoca frustração, vingança, desmotivação e falta de participação.

A atitude manipuladora assim como a agressiva é cruel, não somente em ambiente profissional como também em situações em que envolvem a área sentimental e familiar. Pois, o indivíduo passivo possibilita que pessoas com atitudes manipuladoras consigam satisfazer seus objetivos utilizando a linguagem do disfarce e da mentira para atingirem seus fins. O manipulador demonstra total falta de afirmação, acredita que não deve confiar em ninguém, joga com as pessoas, tem auto-estima oscilante, toma decisões baseadas em mecanismos de influência sobre os outros, é sarcástico, irônico, joga a culpa sobre outras pessoas, e por vezes adora fazer o papel de mártir.

O indivíduo passivo pode se sentir intimidado em situações em que tenta tomar uma atitude, como por exemplo uma separação. O manipulador se utilizará de todos os recursos para retrair esta atitude chegando ao ponto até de proibir a visitação dos filhos.

Inicialmente, as atitudes manipuladoras podem ter um efeito aparentemente positivo como o estimulo, a satisfação, motivação e o espírito familiar. Porém com o tempo as atitudes podem se transformar em posições negativas como a desmotivação, o medo e a falta de afirmação. O indivíduo manipulador pode se sentir realizado por ter conseguido atingir seus objetivos, mas com o tempo irá perceber que esta sensação de poder e domínio não o faz feliz, querido pelos outros e tampouco realizado.

A melhor atitude para se ter em todas as áreas da vida é a “assertiva” que consiste em expressar a opinião pessoal. A assertiva manifesta claramente seus sentimentos de desagrado, não ofende, resolve os problemas, negocia, analisa, avalia, age, toma decisões baseadas em dados informativos e concretos. As vantagens de se ter uma atitude assertiva é saber dizer “NÃO” com firmeza, sem ser ofensivo, provocando nas outras pessoas admiração, respeito, segurança, aceitação, capacitação e autoconfiança. Pessoas com atitudes assertivas tem autoestima elevada, assumem as responsabilidades de seus atos, sentimentos, pensamentos e comportamentos. Sabem respeitar os diferentes pensamentos, os sentimentos e comportamentos sem precisar culpar ninguém pelas suas falhas.

As pessoas com atitudes assertivas conquistam amizades, aumentam o poder de influência positiva sobre os outros, além de caminharem por um caminho mais seguro rumo ao sucesso profissional, sentimental e familiar.

Aprenda a dizer NÃO e corra atrás dos seus sonhos sem ter que depender de ninguém para realizá-los!


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Virando a página da ignorância

 Marisa Fonseca Diniz



Os dias passam e a  ignorância só aumenta, a falta de cultura é o grande entrave para o desenvolvimento do país. Nos tempos atuais a cultura brasileira se baseia apenas na aparência fútil e vazia das pessoas que insistem em aparecer  a qualquer custo na mídia.

Uma enxurrada de músicas e ações sem sentido, de puro mau gosto tem alavancado a vida de desconhecidos que, do dia para a noite fazem sucesso a custo de um público xucro que vangloria pessoas com o mesmo nível cultural.  Jovens na grande maioria sem conceito do que é ter cultura vem se enobrecendo  com a sua própria ignorância achando que são populares,  e empobrecem cada dia mais a cultura brasileira.

Popularidade esta incentivada pela própria mídia medíocre dos meios de comunicação televisivos e canais de internet. Não há curtidas ou artigos significativos demonstrando o quanto é importante incentivar a boa leitura ou a participação em grupos de discussões que exploram a cultura dos cidadãos.

Ah é cansativo ler, maçante entender sobre política, economia, visitar museus, ver apresentações de teatro, o legal é estar em evidência, seguir quem é popular não importando se não acrescenta nada em conhecimentos.  Esta é a cultura da maioria dos brasileiros que despendem tempo e dinheiro em inutilidades, depois reclamam que o governo é corrupto e não atende seus anseios básicos.

O reflexo da falta de cultura não é apenas um fator perceptível na nossa sociedade ou nas eleições, quantos sabem escrever uma boa redação no vestibular ou fazer uma mera carta no trabalho? A falta de cultura bloqueia as mentes vazias daqueles que não conseguem enxergar  a importância que é de se inteirar nos assuntos diários do nosso país.

A cultura não é apenas do conhecimento é da arte, das crenças, da lei, da moral, dos costumes, hábitos e aptidões. Mas, quantos se importam com isso? Mentes fechadas jamais poderão ter um futuro próspero, serão apenas mais um na multidão.

Quantos brasileiros hoje podem contestar as políticas econômicas implantadas no país? Pouquíssimos, pois a grande massa populacional está preocupada apenas com o lançamento de novas ondas musicais que não acrescentarão em nada na vida do povo. Acrescentarão riquezas apenas no bolso dos artistas fantasmas que deturpam a cultura nacional.

O povo brasileiro vive endividado, desempregado, na esperança de ter um ensino de qualidade, saúde eficiente, mas não percebe que para isso acontecer  deve ter cultura econômica, financeira e política para não votar errado nas eleições. Popularidade não segura emprego, não paga conta e não enche mente vazia.

As empresas estão cheias de pessoas de cabeças vazias, sem cultura, sem visão de negócios, poucos são os profissionais que realmente se destacam nas suas áreas. Ter cultura é correr atrás de um bem precioso que só tem a acrescentar na vida profissional de uma pessoa. Muitos estão apenas preocupados com o salário no final do mês, reclamam constantemente por não ter oportunidades de promoção, mas não percebem que sem cultura empresarial não chegarão a lugar nenhum, apenas ficarão patinando até se acomodarem de vez em suas funções medíocres e decadentes.

País desenvolvido é o reflexo de uma população culta, participativa na política-econômica, sabem  cobrar seus direitos de cidadão, porém situação esta longe de acontecer no Brasil. Muitos foram às ruas manifestar a sua indignação, e se acomodaram  depois que o preço das passagens voltou ao seu patamar inicial.. Assim é em qualquer lugar quando o povo sem cultura não tem como argumentar, faltam palavras, falta conhecimento da situação que acomete o país. Mas, se fizermos uma enquete para saber qual é o vídeo mais popular da internet com certeza, a maioria saberá.

Acordem enquanto há tempo, pois um povo sem cultura é um povo escravizado pelos mais espertos, não necessariamente mais inteligentes. Virando a página da ignorância faz toda a diferença em um mundo competitivo como o nosso, pense e veja onde você pode melhorar para mudar a situação atual que acomete o nosso país. Tenha cultura para não ser ludibriado facilmente pelos mais “espertos”.


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Brasileiro, e o péssimo hábito de ser mal educado

Marisa Fonseca Diniz


No Brasil o “chique” é ser mal educado, não me refiro apenas à péssima qualidade de educação de conhecimentos que se aprende nas escolas, mas também a mais grave de todas que deveria se aprender em casa, na base familiar, a falta de educação comportamental. Chego a questionar para que temos faixas de pedestres nas ruas, se os motoristas se quer sabem para que serve. Acredito que a maioria dos motoristas não enxergam bem ou não sabem ao menos o significado de faixas, placas, semáforos, setas, acelerador e breque.

Há tempos atrás autoridades de trânsito criaram programas educativos para motoristas respeitarem as faixas de pedestres, obrigando-os a pararem assim que o pedestre levantasse o braço esquerdo em sinal de que estariam atravessando a rua. Hoje percebo que de nada resolveu tal campanha, uma vez que, o brasileiro se quer tem consciência de que educação é essencial para o desenvolvimento de um país. É até arriscado levantar o braço e perdê-lo por algum apressadinho no trânsito, que esquece que fora do veículo é pedestre.

A falta de educação vai mais além, a Lei nº 10.048 de 8 de novembro de 2000 estipula no artigo 1º que as pessoas portadoras de deficiência, os idosos com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, gestantes, lactantes e as pessoas acompanhadas por crianças de colo terão atendimento prioritário. Porém, o que mais se vê são pessoas fora da preferência desrespeitando este direito adquirido.

Transporte público lotado com bancos preferenciais são ocupados por pessoas fora da faixa de preferência, que se fazem de “mortas” para negarem o direito a passageiros preferências irem sentados. Ai de alguém mandar o sujeito ceder o lugar para quem é de direito, ignorantemente vai falar palavras de baixo calão, e dizer que está cansado, paga passagem e tem o direito de andar sentado.

Nos grandes centros urbanos a falta de educação é explícita, em horários de grande fluxo de passageiros nos transportes públicos a impressão que se tem é que não são pessoas tentando entrar num coletivo ou trem, e sim gado empurrando uns aos outros sem o menor constrangimento em machucar quem quer que esteja na frente. Os pais tem dado ótimos exemplos dentro dos lares mostrando aos filhos, que empurrando se chega ao destino mais rápido, pois a sensação que se tem é que todos estão sempre atrasados.

Fila é algo que deveria ser abolido no país, pois o que mais se vê são pessoas furando fila para levar vantagem sobre alguém. Sempre tem aquele cidadão bem educado que acha que quem pega fila muito cedo é bobo. Interessante mesmo é observar a educação do brasileiro ao dar uma informação errada, apenas pelo prazer de ver quem está perdido se prejudicar, característica típica do cidadão que nasceu para tudo, menos ser ético e educado.

As autarquias públicas que deveriam dar o exemplo de educação são justamente aquelas que demonstram ser apenas um cabide entulhado de pessoas mal humoradas, grosseiras e sem nenhuma educação. Atendem o público em geral como estivessem falando com animais no pasto, acreditam que a lei de desacato de funcionários públicos seja generalizada a todos os desrespeitosos, independente se eles próprios são ou não educados, o que é de menos para quem tem uma lei que os protege contra tudo e todos.

Os brasileiros devem estar acostumados a jogarem lixo desde pequenos no chão de suas casas, uma vez que é hábito fazer isso na rua. Não importa se é um papel de bala, bituca de cigarro ou uma fralda suja, pois sempre haverá alguém que irá recolher o lixo que gentilmente se joga na rua para poluir o meio ambiente. A educação que deveria ser aprendida em casa, e não é, obriga governantes a criarem leis e multas para serem aplicadas aqueles que não se importam em desrespeitar o direitos dos demais.

O brasileiro é um ótimo exemplo de como a falta de educação influencia a falta de desenvolvimento de um país. Educação e ética para quê? Se a maioria dos brasileiros não passa de uma massa de seres humanos que não conhece o conceito da palavra respeito? Que bela imagem passamos ao exterior, não?!


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Entendólogo, o profissional dos tempos modernos

Marisa Fonseca Diniz


Por acaso você já encontrou algum entendólogo? Não? Então, vamos entender melhor o que faz e quais as características principais do profissional mais encontrado nos dias atuais. O entendólogo trabalha em qualquer lugar sejam em fóruns, hospitais, serviços burocráticos, empresas privadas, serviço público, esportes, turismo, não há restrição para este profissional desenvolver seus conhecimentos, mesmo que não sejam adequados para as funções que exercem diariamente.

Antes de dar qualquer definição exata sobre o que faz o entendólogo, vamos falar sobre as suas principais características, e citar exemplos claros sobre este profissional tão abundante nos dias atuais. O entendólogo é um indivíduo inconveniente, imaginativo, cheio de causos, e completamente sem noção do que fala. Ainda não sabe o que o entendólogo faz? Então vamos aos exemplos:

Se por acaso algum dia você estiver passando mal, suando frio, com falta de ar, má digestão, embolo na garganta, dor no braço esquerdo, e decidir ir a um hospital para saber o que está acontecendo com você, prepare-se porque com certeza este tipo de profissional trabalha por lá. O entendólogo não é médico, em geral, desempenha uma função de auxiliar ou algo semelhante. Se precisar tomar qualquer tipo de medicação, o entendólogo irá te dizer que todos os sintomas que você está sentindo não são físicos, e sim espirituais, mesmo você achando que possa estar tendo um princípio de infarto. Pois, segundo ele quem não tem dor no peito não está enfartando. Suar frio é característica de pessoas hipocondríacas, pois nenhum tipo de doença traz esta sensação juntamente com mal estar e dor no braço, por exemplo, e que esta situação não passa de um encosto.

Caso não esteja raciocinando direito ou não ter o devido discernimento irá achar que é verdade, e sairá correndo do hospital, sem ao menos passar por um médico e saber o que de fato está acontecendo com você. Mas, se você ignorar e passar em consulta médica poderá evitar problemas maiores. O entendólogo adora falar que é um entendido espiritual, e detesta ser contrariado, pois segundo ele a experiência adquirida na área da saúde é muito maior que a sua, realmente deveria ser. Desculpe-me os fanáticos religiosos, mas na área da saúde deve-se ter bom senso, sabedoria e respeito, pois tentar evangelizar uma pessoa doente é a mesma coisa que tentar dar água a um morto.

O entendólogo também é muito encontrado nos fóruns judiciais, dão a entender que sabem tudo sobre leis e direitos, e estão sempre contando causos sobre o que aconteceu com parentes e colegas na justiça. Adoram dar palpites jurídicos a outras pessoas, principalmente àquelas que não entendem nada de leis. Não pense que o entendólogo é um advogado, pois muitas vezes ele é apenas um curioso ou um atendente. Bom senso não há para este tipo de profissional, que não conhece as consequências das suas ações e conselhos errôneos.

Assustado? Calma há entendólogos também nas empresas privadas, é isso mesmo, sabe aquele funcionário que vive reclamando do chefe dizendo que ele é um banana e não o promove? Pois é, o entendólogo sabe tudo de gestão, consegue apontar todos os erros do gerente sem ao menos ter feito um curso na área. Este indivíduo tem o péssimo hábito de condenar a ação do gestor e da equipe às outras pessoas, querendo dar ênfase aos seus conhecimentos descabiveis. Estes tipos de profissionais são péssimos exemplos a serem seguidos, uma vez que nunca foram promovidos ou se quer trabalharam como gestores. Condenam as ações alheias sem ao menos terem sabedoria, e trazer sugestões de melhora para a equipe ou a empresa.

Se tiver pensando em fazer uma viagem para um lugar paradisíaco e encontrar um entendólogo pela frente, prepare-se para escutar diversas sugestões inusitadas, pois este indivíduo conhece tudo sobre hotéis, transportes e curiosidades dos lugares. Mas, não estranhe se você seguir os conselhos dele e perceber que gastou dinheiro desnecessário com algo que não valia a pena. Aliás, o entendólogo acima de tudo é um cidadão muito imaginativo.

Está pensando em fazer alguns exercícios, mas é ciente de que seu médico proibiu a prática de corrida e esportes radicais? Então, espero que você nunca encontre um entendólogo pela frente, pois com certeza ele dirá que seu médico é louco, e não sabe os benefícios que estes esportes possam trazer a sua saúde. Uma vez que, ele próprio começou a praticar longas maratonas por incentivo de um amigo enfartado, e que você está perdendo a oportunidade de correr ao lado de uma pessoa maravilhosa como ele.

Parece engraçado todos estes exemplos, mas a definição exata do entendólogo é exatamente esta. Eles se consideram profissionais com alta capacidade de entendimento sobre tudo e todos, porém não percebem que falta “bom senso e sabedoria” a eles. Estes indivíduos são exatamente como a palavra “entendólogo”, apenas imaginativos!


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AVISO AOS PLAGEADORES DE PLANTÃO




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Criando gerações de “monstros”

 Marisa Fonseca Diniz



Você sabe a receita de como criar monstros? Não? Então vamos lá, aqui vai a melhor maneira de como criar um monstro na sociedade:

Arranje um filho, depois o transforme em um “rei”, isso mesmo, mostre a ele quais são os princípios para ele se tornar uma pessoa popular entre os amigos, o mercado de trabalho e a sociedade:

Eduque-o a nunca respeitar as pessoas, quanto a gênero, raça, religião, classe social, idade e intelecto;

Mostre a ele só péssimos exemplos, pois o mais importante é ser uma pessoa sem caráter;

Diga a ele que educação é obrigação dos professores, e que princípios familiares jamais foram importantes na criação dos filhos;

Satisfaça todos os caprichos e desejos dele, pois se ele está sendo criado para ser “rei” merece o melhor celular, computador, carro e até emprego;

Faça todas as vontades do seu filho, não se esqueça que ele merece tudo de bom, inclusive aprender que sendo corrupto chegará mais rápido ao poder;

Quando ele matar, roubar, estuprar, ria das atitudes dele e incentive a fazer mais, pois a lei não existe mesmo, e ele jamais será punido por isso;

Se ele mentir ou se fizer de vítima e colocar a culpa nos outros, defenda-o, pois com certeza ele se sentirá forte com sua atitude super-protetora, e saberá que da próxima vez que fizer a mesma coisa, você o apoiará integralmente, colocando em descrédito as outras pessoas, jamais ele;

Apóie-o em tudo e jamais o ensine a ter responsabilidades, pois o importante como “rei” é ter súditos para fazerem suas vontades sem precisar ter respeito por quem quer que seja;

Jamais permita que ele seja magoado quando ele ofender alguém ou destratar qualquer pessoa em seu ambiente escolar, de trabalho ou na sociedade, pois maldosos são os outros que não o entendem, ele nunca;

Quando ele cometer “bullying” contra alguém da escola, do trabalho ou da sociedade diga que ele está coberto de razão, pois ele nasceu para ser estrela e não para ter limites;

Quando ele espancar algum colega da escola ou trabalho, incentive-o a gravar e colocar em rede social, pois ele conseguirá ser popular com o sofrimento alheio, e isso o encherá de orgulho;

Ensine-o a ser uma pessoa egoísta, pois os outros são somente pessoas inferiores a ele;

Se ele disser que adora amedrontar as outras pessoas com atitudes aterrorizantes, diga a ele, que você conseguiu finalmente criar um monstro na sociedade.

Parece estranha esta receita, não?! Mas, é justamente isso que muitos pais e mães tem feito com a criação de seus filhos, incentivando-os há ser cada dia mais delinqüentes. Os filhos são criados sem limites, respeito e sem nenhum tipo de base familiar. Empurrando à escola a obrigação e dever de ensinar normas e conceitos básicos de educação familiar, esquecendo que apenas a educação do conhecimento é que deve ser aprendida na instituição escolar.

Filhos sem limites, vem cada dia mais sendo um péssimo exemplo a sociedade. São os mesmos que recriminam pessoas de todas as gerações, seja no trabalho, seja na escola, seja na sociedade de um modo geral.

Decidi escrever este artigo como um alerta a todos aqueles que são vitimados por pessoas sem nenhum tipo de escrúpulo, seja por meio de atitudes de preconceito ou de “bullying”.

O “bullying” é um termo da língua inglesa que significa ameaçar e intimidar. Refere-se a todas as atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem uma motivação evidente. Em geral, estas atitudes são exercidas por um ou mais indivíduos, causando angústia na vítima com o objetivo de intimidar ou agredir sem direito de defesa, por serem realizadas através da força e desigualdade de poder. O bullying se divide em duas categorias:

Bullying Direto: é a forma mais comum entre agressores masculinos (força bruta);

Bullying Indireto: é a forma mais comum do sexo feminino e crianças pequenas. É caracterizada por forçar a vítima ao isolamento social através das seguintes técnicas:

espalhar comentários maldosos;
recusa de se socializar com a vítima;
intimidar outras pessoas que desejam se socializar com a vítima;
ridicularizar o modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos como à etnia da vítima, religião, incapacidade, etc.

A vítima, em geral, tem medo do agressor em razão das ameaças por meio da concretização da violência física, sexual ou até mesmo a perda dos meios de subsistência. O bullying interfere na auto-estima, concentração, motivação e rendimento escolar causa males psicossomáticos, tais como: diarréia, febre, dor de cabeça, vômito, dor de estômago, transtornos de ansiedade, bulimia, anorexia, bruxismo, alergias, depressão e desejo suicida.

Pesquisas indicam que adolescentes em fase escolar são as maiores vítimas de bullying, onde os agressores têm personalidades autoritárias com uma forte necessidade de controlar ou dominar. Além de possuírem deficiência em habilidades sociais com um forte ponto de vista preconceituoso que pode perpetuar para a fase adulta, atingindo dessa maneira o mercado de trabalho e a sociedade numa visão mais ampla.

Os principais motivos para o assédio escolar são inveja e ressentimentos. A raiva, força, comportamento agressivo, a preocupação excessiva com a autoimagem, hostilidade, ações obsessivas ou rígidas, intolerância são características predominantes em adolescentes que cometem bullying contra vítimas indefesas.

Se você é vítima de bullying ou conhece alguém que está sendo, não permita e nem se associe a quem pratica este mal, denuncie: Disque 100 - Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República que atendem casos de bullying.

É importante que os pais conversem com seus filhos, orientando-os a não serem preconceituosos, aceitando as diferenças, assim como autoridades escolares devem criar projetos que orientem os jovens a não cometerem bullying, evitando desta maneira que os jovens se tornem adultos violentos e preconceituosos criando “gerações de monstros”.

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Você é mitomaníaco?

 Marisa Fonseca Diniz



Não há nada mais desagradável do que conviver diariamente com um indivíduo mitomaníaco, seja no trabalho, na escola ou até mesmo numa roda de amigos. O mitomaníaco é aquele sujeito que mente compulsivamente, e acredita nas mentiras que inventa como se fossem verdades.

A mitomania também conhecida como pseudolalia ou mentira obssessiva-compulsiva é a tendência patológica, e consciente que resulta de um longo vício de falar mentiras. As mentiras dos mitomaníacos, em geral, estão relacionadas a assuntos específicos  podendo ser ampliadas a outros assuntos. É considerada uma doença grave, pois o portador dela necessita de grande atenção por parte dos amigos e familiares.

Esta doença é definida como uma forma de desequilíbrio psíquico que acomete principalmente pessoas com problemas de auto-estima, sentimento de inferioridade, supervalorização em crenças diversas, angústia profunda, depressão, pós-depressão e portadores de TOC. O mitomaníaco se sente mais forte quando percebe que consegue enganar facilmente as pessoas com suas histórias complexas e recheadas de inverdades.

Os principais sintomas do mitomaníaco aparecem na infância devido às práticas freqüentes em viver situações imaginárias, em geral advindas de traumas nesta fase. A atitude de mentir compulsivamente funciona como um mecanismo de autodefesa da insegurança e carência de atenção. Crianças que são vítimas de educação baseada no julgamento, na rigidez e no autoritarismo são fortes candidatas a desenvolverem esta doença.

O vício da mentira é uma doença e deve ser tratada através de sessões de psicoterapia, porém nem sempre o portador deste mal reconhece que mente e busca ajuda. Os amigos e familiares devem conversar claramente com os mitomaníacos expondo a eles a possibilidade de melhora deste mal. Convém que pessoas próximas não os abandonem durante o tratamento, causando a eles profunda melancolia podendo incentivar até o desejo de suicídio.

O mitomaníaco vive em função das inverdades, e está sempre vigilante e com medo de que as mentiras sejam descobertas causando-lhes vergonha. A falta de controle sobre as mentiras que contam a outrem, acaba causando dependência da mesma maneira que acontece com os viciados em jogos ou drogas.

É importante ressaltar que, os mentirosos não vivem apenas no mundo real, há muitos que vivem no mundo virtual enganando facilmente as pessoas. A falta do contato físico coloca em risco a vida dos desavisados, pois o mitomaníaco  é um ser muito inteligente, e com alta capacidade de enganar tanto amorosamente como financeiramente qualquer pessoa. 

Quem já não teve uma história para contar sobre pessoas mitomaníacas que se fizeram passar por um rico empresário, galante e bonito? Ou pior quem já não foi enganado por um currículo recheado de faculdades e experiências acima do normal? Ou aquele cidadão que contou histórias comoventes para arrancar dinheiro de pessoas desavisadas? Saibam que o mitomaníaco é um ardiloso contador de histórias, e como ele acredita em suas inverdades consegue facilmente convencer qualquer um.

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Com base no trabalho disponível emhttp://marisadiniznetworking.blogspot.com/2013/08/voce-e-mitomaniaco.html.

Descendo os degraus da carreira

Marisa Fonseca Diniz


Em época de escassez de vagas de emprego, muitos profissionais tendem a rebaixar seus cargos para não ficarem desempregados por muito tempo. Profissionais de recursos humanos e empresários acham que cargo é apenas uma formalidade, mas o fato de um profissional rebaixar o cargo mesmo que temporariamente, muitas vezes significa que ele não acredita em seu potencial ou não está disposto em investir na carreira.
                                         
Profissionais desesperados são alvos fáceis para empresas que procuram contratar funcionários prontos em busca de uma recolocação rápida. Temporariamente pode ser um ótimo negócio rebaixar cargo, mesmo que o salário não seja tão atrativo, mas com o passar do tempo o profissional percebe que fica estagnado na carreira atrasando seus conhecimentos, e perdendo possibilidades de ascender profissionalmente.

O desespero nunca foi a melhor companheira das pessoas que ficam desempregadas, e não planejam ou fazem uma reserva financeira para suportar longos períodos sem emprego. As empresas procuram profissionais disponíveis com muita experiência, que dispensam treinamentos para exercer as funções, na expectativa de que este profissional solucione os problemas da empresa com um baixo custo de investimento.

Apesar da maioria das empresas não estar disposta em investir em planos de carreira, acreditam que uma boa carteira de benefícios bastará para a retenção de bons funcionários, o que é um erro. Um bom profissional não busca apenas salário e benefícios, e sim reconhecimento e plano de carreira.

Rebaixar cargo para não ficar desempregado é o mesmo que perder oportunidades de acelerar a carreira, além de cair em descrédito no mercado de trabalho a nível de conhecimentos e responsabilidades. Nem sempre descer os degraus da carreira pode ser uma vantagem em questão de aprendizado, principalmente quando se trabalha em empresas que tem o seguinte pensamento: “mão de obra barata é sinônimo de lucro”.

O indivíduo que possui histórico profissional ascendente tem maiores possibilidades de se recolocar em uma empresa que valoriza e investe na carreira dos funcionários. O profissional deve ser consciente de que, ao rebaixar o cargo, encontrará resistência por parte dos profissionais de recursos humanos quando quiser retornar para o seu antigo cargo, em geral maior do que o atual. A formalidade do cargo só se aplica para os interesses dos empresários, nunca para os profissionais.

É importante destacar que, rebaixar o cargo para se recolocar no mercado de trabalho só é interessante, quando a oportunidade vem de uma empresa que investe em talentos, e cria oportunidades de ascensão profissional. Por exemplo, um profissional que em seu último emprego era analista, mas aceita trabalhar como assistente terá maiores possibilidades de voltar ao seu antigo cargo, do que um profissional que era Diretor Executivo, e se submete a trabalhar em um cargo de Coordenador. A proporção de rebaixamento nem sempre é tão vantajosa, e invés de resolver um problema cria outro futuro.

Além de causar problemas na progressão da carreira e frustração profissional, incentiva o mercado de trabalho a praticar políticas de desmerecimento salarial para determinados cargos e perfis de profissionais. Portanto, é interessante deixar claro que, mesmo estando difícil uma recolocação não desmereça seus conhecimentos ou experiências, confiando em seu talento, procurando alternativas a fim de não rebaixar seu cargo e impossibilitar seus avanços profissionais futuros.

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