MD Networking: Março 2015

Agradecimentos pelos Prêmios e Certificações






Não há nada mais gratificante para um profissional do que ser reconhecido por seus méritos no que se diz respeito à ética, experiência, conhecimento e o bom desempenho de suas atividades, principalmente quando elas passam a ser um exemplo a ser seguido pela sociedade.

Sendo assim, me sinto na obrigação de agradecer a todos que me indicaram para receber alguns prêmios tanto no Brasil como no exterior pelos projetos desenvolvidos e pelo meu profissionalismo.

Em novembro de 2014, o projeto Marisa Diniz Networking na qual sou responsável foi certificado pelo IBSO – The International Business Standards Organization por apoiar os princípios fundamentais da responsabilidade, ética, proteção do ambiente, bem como o desenvolvimento econômico e social.


A partir desta certificação e o reconhecimento pelos trabalhos desenvolvidos entro como parceira e assino juntamente com a IBSO, empresários, líderes de negócios, agências internacionais, instituições, organizações não-governamentais, sociedade civil, universidades e meios de comunicação a Carta Mundial para Feira Internacional do Comércio, no qual confirmam um acordo e se comprometem com os seguintes princípios:

1. Cumprir no mínimo com todas as leis Federais, Estaduais, Municipais, Provinciais e regulamentos aplicáveis em todos os países nos quais operamos ou desenvolvemos nosso trabalho;

2. Não vender ou negociar produtos contrafeitos e pirateados. Abster-se de infringir a propriedade intelectual ou outros direitos de propriedade ou propriedade de terceiros;

3. Agir com os mais elevados padrões éticos e de integridade, à boa fé e normas de negociação justa, além de competir de forma transparente e aberta, e tolerância zero contra a corrupção;

4. Respeitar as relações com os empreiteiros, parceiros, clientes e consumidores. Qualquer tipo de fraude, falsificação ou desvirtuar da prática legal é inaceitável;

5. Apresentar dados financeiros da organização e de informações não financeiras, honestamente, de forma precisa e objetiva;

6. Respeitar as culturas e costumes dos países em que a organização trabalha, demonstrando um espírito de tolerância, integridade e responsabilidade social;

7. Sempre que as operações estão localizadas, fornecer todos os direitos humanos internacionalmente reconhecidos, um ambiente de trabalho seguro, tratamento justo e salário de todos os funcionários, incluindo o princípio de "salário igual para trabalho igual", sem discriminação de qualquer tipo;

8. Tomar todas as medidas possíveis para evitar ou minimizar danos ao meio ambiente e à saúde humana;



9. Realizar todas as ações necessárias para cumprir os requisitos da presente Carta. A gerência sênior de signatários assumirá a responsabilidade pela realização da letra e do espírito desses princípios.

Agradeço também porque por ter sido certificada pela IBSO em Israel para fazer qualquer negócio sustentável no mundo como:

Marisa Fonseca Diniz (2015)
Marisa Diniz Networking (2014)





Em 2015 recebi a Comenda do Prêmio Excelência e Qualidade Brasil – Honra ao Mérito - Associação Brasileira de Liderança, no qual agradeço a todos pelo reconhecimento do meu trabalho Networking Construção Civil que venho desenvolvendo há mais de 15 anos, tanto a nível nacional como internacional.  


O detentor de uma comenda é chamado de Comendador e se refere a uma distinção honorífica dada a personalidades que de algum modo contribuem para o engrandecimento da sociedade, seja pelos seus trabalhos ou influência social, política e econômica.

O meu comprometimento com a ética e justiça continuarão, afim de que eu possa honrar com todos os princípios legais, e continue servindo de exemplo a todas as pessoas de boa fé, honestas, de caráter voltado em prol a uma sociedade mais igualitária, justa e perfeita.

Mais uma vez agradeço a todos por acreditarem no meu trabalho e na minha pessoa. Espero receber muitas outras gratificações pelo trabalho que vem sendo desenvolvido em prol a todos, tanto no Brasil como no resto do mundo, e que o reconhecimento possa me abrir muitas portas de oportunidades de trabalho.

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Qual o seu diferencial de mercado?


Marisa Fonseca Diniz




Muito se fala na perda de poder aquisitivo e do fechamento de várias vagas de emprego em todo o mundo devido o estopim da crise mundial. A crise financeira mundial foi desencadeada em 2006, a partir da quebra das instituições americanas de crédito que eram responsáveis por concederem empréstimos hipotecários de alto risco a vários bancos (crise sbprime), porém a crise só chegou a público a partir de fevereiro de 2007.  

Juros baixos, o excesso de crédito no mercado norte-americano e a valorização dos imóveis estimulou a busca por financiamentos para a compra da casa própria pelas famílias das classes sociais mais baixas. A aprovação de novos financiamentos impulsionou os bancos a captar recursos no mercado por meio de instrumentos financeiros atrelados às hipotecas dos imóveis.

Os Estados Unidos foram obrigados a aumentar os juros, a fim de combater a alta da inflação, porém com isso ficou inevitável o aumento do valor das parcelas dos financiamentos imobiliários. Em contrapartida o valor dos imóveis começou a cair, a inadimplência e os títulos que eram garantidos pelas hipotecas começaram a perder valor, e  várias instituições foram arrastadas à insolvência repercutindo de maneira negativa nas bolsas de valores de todo o mundo.

Vários economistas disseram na época que a crise se transformaria em sistêmica devido à interrupção da cadeia de pagamentos da economia a nível global, o que de fato aconteceu em 2008 tornando-se mais grave do que a Grande Depressão de 1929.

A Grande Depressão, por sua vez, iniciou-se no ano de 1929 e perdurou ao longo da década de 1930 terminando apenas com a Segunda Guerra Mundial. A Grande Depressão foi considerada a pior e mais longa recessão do século XX, um período de grande depressão econômica com altas taxas de desemprego, quedas drásticas do PIB (produto interno bruto) em diversos países, quedas da produção industrial e do preço das ações. Milhares de acionistas perderam grandes somas de dinheiro e outros perderam tudo que tinham.


A quebra da bolsa de valores de Nova York acelerou o processo de recessão já existente causando deflação e queda nas taxas de venda de produtos, além de várias empresas industriais e comerciais falirem elevando desta maneira as taxas de desemprego. Desta maneira a Grande Depressão atingiu os países do mundo inteiro, porém alguns sentiram mais até do que outros, tais como: Alemanha, Países Baixos, Austrália, França, Itália, Reino Unido e o Canadá.

Você deve estar pensando, mas o que o histórico das crises financeiras globais tem haver com o título deste artigo? Tudo. Segundo o Relatório “Panorama Social e de Empregos Mundiais” da Organização Internacional do Trabalho – OIT, agência da ONU diz que mais de 201 milhões de pessoas estavam desempregadas no mundo em 2014.

Segundo o relatório, a economia vai continuar se expandindo em taxas muito menores do que antes da crise financeira de 2008 e a situação global de empregos vai piorar muito até 2019. Segundo  o vice-diretor do escritório da OIT em Nova York, Vinicius Pinheiro as perspectivas para os próximos anos são de baixo crescimento econômico e aumento dos níveis de desigualdade, o que afeta a progressão da taxa de desempregados em todo o mundo.


O que se tem percebido nestes anos de crise financeira global é um elevado grupo de profissionais que vem desempenhando atividades relacionadas à internet. A maioria destes profissionais tem tentado se destacar como coach oupalestrantes” com fórmulas prontas de como sair da crise, porém sem obter sucesso por falta de experiência em crises financeiras ou estudos especializados na área.

Profissionais provenientes de países com altas taxas de desemprego, indústrias endividadas, corrupção, economias quebradas e políticas sociais decadentes não conseguem impulsionar a economia nem mesmo com receitas e metodologias prontas de crescimento econômico. Algumas pessoas vão mais adiante copiam exemplos antigos e renomeiam como se fossem ideias novas, mas o conteúdo e  o resultado são o mesmo, um desastre para os tempos atuais.

Muitas das pessoas desempregadas no mundo possuem um histórico profissional bem semelhante. Trabalharam em apenas um setor da economia desenvolvendo atividades de funções relativamente medianas nas empresas, salvo raras exceções, além de baixo grau de estudo proporcionado pelo comodismo de salários relativamente altos e benefícios atraentes agregados à renda. Características estas que com a crise econômica em alta fizeram com que estes profissionais fossem completamente expurgados de novas oportunidades de trabalho em outros setores da economia por falta de experiência ou convivência em crises financeiras.

O interessante é que com o surgimento da crise, as pessoas procuraram ir atrás de outros exemplos sem ao menos analisarem se possuíam ou não condições de repassar suas experiências profissionais adiante. Atualmente, vemos que a maioria dos profissionais continua desenvolvendo atividades semelhantes sem ter nenhum diferencial para oferecer ao mercado como antes da crise.

Todo profissional tem por obrigação ter um diferencial para oferecer no mercado em época de crise financeira global, assim como a solução da Grande Depressão surgiu em 1933 no governo de Franklin Delano Roosevelt, quando foi colocado em prática o plano econômico New Deal.

O governo norte-americano passou a controlar os preços e a produção das indústrias e das fazendas com isso houve um controle da inflação e da formação de estoques. Um dos projetos que fazia parte do New Deal foi o investimento em obras públicas, tais como estradas, aeroportos, ferrovias, energia elétrica, entre outros, que fez diminuir drasticamente o desemprego no país. O programa foi tão bem sucedido que  no início da década de 1940, a economia norte-americana deu um grande salto financeiro colocando-o na primeira posição do ranque dos países desenvolvidos.

Um profissional experiente e capacitado tem por obrigação analisar os fatos que envolvem a crise financeira de seu país. A fim de verificar qual o tipo de serviço ou produto mais adequado para ser oferecido às empresas envolvidas no desenvolvimento da economia, uma vez que muitos não sabem por onde começar ou o que fazer para saírem do sufoco.

As pessoas precisam parar de achar que a salvação da vida financeira delas e do país está apenas relacionada a um emprego estável dentro de uma empresa. Foi-se o tempo em que emprego significava segurança, hoje o que o mundo precisa é de pessoas audaciosas que tenham interesse em investir em novas tecnologias, produtos e serviços. Independente de dinheiro ou idade, mas que tenham comprometimento com o conhecimento.

O mundo passa por significativas transformações no meio ambiente, onde tem exigido das pessoas o desenvolvimento de novas tecnologias sustentáveis, a fim de evitar o aquecimento global ou a evolução da crise hídrica. Outro ponto importante a ser mencionado é a importância de desenvolver técnicas educacionais que ensinem  pessoas a respeitar o meio ambiente em que vivem, e quebrem a resistência do novo. Aprender técnicas de reciclagem e reuso de alimentos, água, materiais recicláveis, entre outros.

O bom profissional é aquele que encontra oportunidades de trabalho em todos os momentos, seja na crise ou não. O que não pode acontecer é copiar tudo o que os outros fazem, pois além de não evoluir profissionalmente também não fará a economia do país crescer.

O mundo precisa de pessoas que pensem diferente dos demais, que sejam acima de tudo:

ü Audaciosas
ü Estrategistas
ü Perspicazes
ü Criativas
ü Inovadoras
ü Empreendedoras

Os diferenciais de mercado é que fazem criar as melhores oportunidades de crescimento profissional e pessoal em tempos difíceis. Quando as pessoas  pararem de pensar igual, o mundo começará a se desenvolver economicamente e as diferenças sociais consequentemente diminuirão. 

Qual o seu diferencial de mercado mesmo?

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Procura-se o amor



Marisa Fonseca Diniz


Foi-se o tempo em que os casais procuravam se unir por amor, sentimento nobre este que está cada dia mais escasso. O amor é um sentimento de carinho com demonstrações de afeto, porém o que vemos nos últimos tempos não é o amor, e sim um jogo de interesses entre os envolvidos na relação.

A tecnologia que veio para ajudar as pessoas a se unirem, acabou virando na verdade um jogo, onde ganha quem estiver disposto a se envolver com as mais variadas pessoas em diversos relacionamentos diferentes, isto é, as relações ficaram descartáveis.

O amor que antes era motivado pela necessidade de proteção, nos tempos atuais virou a tábua de salvação para as pessoas carentes de atenção e que procuram um porto seguro financeiro. Onde uma das partes interessadas no relacionamento visa apenas conforto, segurança financeira e status.

Nas relações afetivas modernas troca-se de tudo desde casa, cama e dinheiro até sexo, bens e filhos. Os casais deixaram de ter amor próprio para se submeterem a relacionamentos fracassados, onde há falta de respeito e sentimentos. Quando a barreira da convivência é vencida alguns casais casam-se na esperança de que o vulgo sentimento que acreditam possuir pelo outro seja eterno.

Ao mesmo tempo em que as pessoas se casam, milhares de outras se separam por conivência e interesses em abocanhar uma parte dos lucros que o casamento proporcionou. Quando não, as desculpas podem ser as mais variadas, desde a falta de tempo para cumprir as agendas em comum até a incompatibilidade de temperamentos.

Filhos são deixados a ermo após o fim das relações, e logo os interessados vão em busca de um outro parceiro, sem se preocupar com aqueles que deveriam ter proteção. O amor dos pais para com os filhos acaba ficando em segundo ou terceiro plano, e acabam lotando os consultórios psicológicos na esperança de que os filhos compreendam as dificuldades daqueles que os sustentam.

O círculo vicioso da falta de amor acaba passando às gerações futuras. O que deveria ser cultivado acaba se tornando um tormento e muito dos envolvidos se quer compreendem o significado da palavra amor.

O amor virou um negócio rentável, onde tudo é lindo quando chega o dia comercial do dia dos namorados, os motéis ficam lotados e as lojas abarrotadas de consumidores sedentos por adquirir aquele presente que irá expressar o amor ou seria a paixão?

Amor, uma palavra tão pequena com um significado tão grande, mas tão esquecido por aqueles que deveriam cultivá-lo e  não deturpá-lo. O sentimento nobre que deveria provocar entusiasmo no interesse de fazer o bem ao outro acaba virando ódio quando as relações acabam. Então não era amor, era paixão. Mas, quantas são as pessoas que sabem diferenciar um sentimento do outro?

A banalidade dos sentimentos virou apenas um amor físico, uma ligação de natureza sexual. Acabou o sentimento de amor supremo entre as pessoas. A devoção e a adoração em fazer o bem ao outro não existe mais, cada dia que passa as pessoas estão ficando mais egoístas e menos benevolentes.

O que conta mesmo é dizer nas redes sociais que o amor é lindo, onde as fotos são cheias de retoques de photoshop e que os casais se amam, mesmo que a outra metade continue procurando relacionamentos extraconjugais em sites. Tudo parece lindo e maravilhoso como as propagandas de margarina, mas o que poucos sabem é que a maioria dos relacionamentos se quer foram formados pelo sentimento de amor.

Quando algo nas relações não sai do jeito que esperavam, o parceiro que deveria dar apoio é o primeiro a achar defeitos e a cair fora do relacionamento. Quantos são aqueles que quando ficam doentes são abandonados pelos seus parceiros? Aliás, ninguém quer saber de perder tempo ao lado de alguém doente, não é mesmo?

Se o filho nasceu com alguma doença, o casamento acaba e sempre uma das partes acaba ficando com o fardo mais pesado, quando não os abandona a própria sorte.

O amor não os envolveu, o que os uniu foi um jogo de interesses profissional, financeiro e pessoal no momento em que começaram a se relacionar. O que assistimos atualmente é uma sessão de mau gosto de pessoas alheias a este sentimento. Poucos são aquelas que sabem o que é amar e como retribuir.

O amor é um sentimento incondicional, único que envolve respeito e dedicação pelo outro que supera crises financeiras, incompatibilidade de gênios e problemas. Quando há amor nos relacionamentos há uma cumplicidade de sentimentos e objetivos, onde todos querem superar as fases negativas e positivas.  

O sentimento que deveria contagiar as pessoas tem ficado cada dia mais escasso dando vez ao ódio e aos interesses pessoais. Poucos são aqueles que não têm vergonha de expressar seus sentimentos mais profundos através da solidariedade e devoção ao outro, que mesmo com todas as dificuldades que enfrentam sabem que no final tudo vale a pena, porque o sentimento supera todos os problemas.

Se o amor fosse um sentimento cultivado nas famílias e na sociedade de um modo em geral, hoje teríamos menos guerras e menos disputas pelo poder, pois saberíamos que o amor superaria todas as dificuldades. Que haja mais amor e menos ignorância, ódio, preconceito e egoísmo entre as pessoas, pois o mundo é para todos e não apenas para alguns que almejam a discórdia.  

Façamos dos nossos relacionamentos um exemplo a ser seguido pelos nossos filhos, onde os interesses sejam deixados de lado e os sentimentos sejam compartilhados entre todos.

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Brasil: “a marolinha que virou tsunami”


Marisa Fonseca Diniz



Imagine o Brasil, uma empresa rentável dirigida por um profissional capacitado, que já passou por diversas crises econômicas e sabe gerir a empresa nos altos e baixos da economia. De repente, o conselho administrativo da empresa decide mudar o  “cabeça” da organização por um profissional jovem recém-formado com mais vitalidade, disposição e criatividade para alavancar a imagem da empresa no mercado internacional.

O conselho administrativo acredita que sangue novo fará com que a empresa tenha contratos mais substanciosos e formará equipes mais dinâmicas. Esse mesmo conselho que deveria enxergar além do mercado, acredita que profissionais inexperientes podem trazer novas teorias além de serem muito mais baratos que os profissionais com mais experiência.

Aproveitando a política empregada no mercado de trabalho, no qual incentiva a contratação de profissionais jovens em troca da dispensa de profissionais experientes acima de determinada idade, as empresas acreditam que possam ser mais competitivas no mercado internacional, além de terem sua imagem vinculada à modernidade e ao desenvolvimento corporativo.



Um profissional mais barato e de sangue novo é visto com bons olhos no mercado de trabalho, enquanto isso os profissionais experientes que deveriam ser vistos como capacitados por conseguirem gerir empresas em épocas de crise econômica global são taxados como profissionais acomodados e caros para o caixa das empresas.

Por um longo período de tempo, os  jovens profissionais conseguem preencher as melhores vagas de gestão nas empresas. Endeusados pelo mercado de trabalho mundial, se sentem a vontade para aplicarem suas ideologias, mesmo que elas não se apliquem as situações reais da empresa.

Não importa se estes jovens profissionais cometem grandes equívocos financeiros, porque eles sabem que são incentivados pelo mercado de trabalho, o que os torna fortes e indispensáveis. Quando algo não está de acordo com a fome de poder ou são impedidos a dar passos maiores, estes mesmos profissionais começam a pular de empresa em empresa até que consigam o salário pretendido e consigam estabelecer suas ideologias, não importando o custo que isso trará as organizações.


A inversão de valores que ocorre no mercado de trabalho é o mesmo que acontece na governabilidade de um país. Quando eleitores acreditam que candidatos com discursos populistas são  melhores e mais adequados para governar um país, a possibilidade da administração do país ser uma catástrofe é superior a de um governante com experiências em economias instáveis.

Atualmente vivenciamos a total falta de governabilidade de um país, que antes carregava a promessa de ser o país do futuro, futuro este que nunca chegou e nunca chegará. Eleitores sem conhecimento sobre política e economia perspicazmente votam sempre naqueles que acreditam que tem o melhor discurso e prometem mundos e fundos a favor da população, mas que nada fazem ou cumprem em prol ao povo.

O Brasil há mais de anos virou um laboratório político rentável para a incompetência governamental apoiado por eleitores apolíticos e/ou que não se interessam por assuntos relacionados. A falta de conhecimento histórico faz com que os mesmos erros do passado sejam repetidos hoje.


Assim como numa organização há sempre  pessoas que apoiam o novo, mas há também aqueles que são conscientes das calamidades que um gestor incompetente pode causar a frente de uma organização, seja ela privada ou pública. As consequências da péssima gestão brasileira nestes últimos anos são sentidas diariamente no país.

O país anda praticamente abandonado, basta observar a quantidade de dados negativos vindo à tona, uma vez que por anos estes mesmos dados foram totalmente manipulados pelo governo. Os últimos anos foram de tentativas e erros de empregar políticas populistas na esperança de ludibriar a população brasileira, e o mercado internacional de que o país estava em plena ascensão econômica. Mas, o que a população brasileira e o mercado internacional têm presenciado são: 
  • ü Altas taxas de homicídios;
  • ü Assaltos violentos;
  • ü Sequestros;
  • ü Tráfico de drogas e armas;
  • ü Mortes violentas;
  • ü Gestão deficiente da saúde pública;
  • ü Educação de péssima qualidade;
  • ü Falta de planejamento energético e estratégico;
  • ü Falta de investimentos;
  • ü Altas taxas de impostos, taxas e tributos;
  • ü Corte de direitos adquiridos pelos trabalhadores;
  • ü Corrupção;
  • ü Queda da produtividade industrial;
  • ü Inflação galopante;
  • ü Altos níveis de desemprego;
  • ü Escândalos políticos;
  • ü Economia estagnada;
  • ü Políticas sociais descabiveis;
  • ü Falta de infraestrutura adequada;
  • ü Aumento da taxa de miseráveis no país;
  • ü Endividamento interno e externo;
  • ü Índice negativo do PIB;
  • ü Recessão;
  • ü Entre outros.

O país vive um total desgoverno reflexo da incompetência daqueles que foram eleitos à base de promessas e ideologias, e que na verdade são totalmente incapazes de gerir o país por falta de um plano de governo pré-estabelecido.

Em 2008, quando eclodiu de vez a crise financeira global, o principal representante do governo brasileiro teve a infelicidade de afirmar que a crise não passava de uma simples marolinha. A falta de bom senso, gestão e visão das consequências que poderiam acontecer no Brasil eram tão visíveis, que a afirmação virou uma indigesta afirmação no mercado internacional.


Na tentativa de corrigir a piada de mau gosto diante do engodo lançado ao exterior, o cidadão não percebeu que, além de deixar o Brasil em uma situação vulnerável tão pouco possuía um plano de contenção de gastos, a fim de evitar futuros transtornos à economia brasileira. Sendo assim, a situação financeira global foi totalmente ignorada, e o então presidente do Brasil lançou ao exterior que o país estava em pleno desenvolvimento.

Na tentativa de dizer ao mundo que o Brasil era o país do futuro, vários programas de aceleração do crescimento foram lançados, além do incentivo ao crédito à população e diversas bolsas que beneficiavam a população mais carente. O consumo desenfreado de bens aumentou significativamente e o governo apenas investiu na indústria automobilística deixando o país totalmente ao leu.

Em nenhum momento a equipe econômica incentivou a produção de outras riquezas que poderiam ser o diferencial do Brasil no mercado internacional, e permitiu que os produtos chineses invadissem o mercado nacional, desequilibrando por completo o saldo da balança comercial brasileira.

A sucessão de erros econômicos não parou por aí, uma nova representante do Brasil pertencente ao mesmo partido político do antecessor foi eleita, e novos atropelos na gestão do país foram cometidos. Enquanto a população se enganava com os dados que eram divulgados pelo governo vários profissionais eram dispensados no setor industrial, exceto das indústrias automobilísticas e autopeças, por falta de perspectiva de crescimento.

Vários investimentos foram feitos no período, principalmente em infraestrutura esportiva na promessa de que o país estava em pleno desenvolvimento. O governo lançou dados assustadores ao mercado estrangeiro informando que havia uma grande carência de profissionais qualificados no país, e abriu o mercado nacional para a contratação de profissionais estrangeiros, deixando os profissionais brasileiros altamente capacitados a míngua.

O governo no desespero de que a economia fosse à bancarrota prometeu grandes ganhos financeiros com a realização dos eventos esportivos da Copa das Confederações e a Copa do Mundo no país. Porém, o que aconteceu foi justamente o contrário, os investidores perderam dinheiro e a festa  do “Pão e Circo” à população não passou de um vexame internacional.

O governo e a sua equipe econômica começaram a dar sinais visíveis de que estavam completamente perdidos, e não sabiam mais qual caminho deveriam seguir a fim de conter as perdas econômicas. Quando uma parte da população começou a abrir os olhos e enxergar que o custo de vida estava aumentando, e a qualidade de vida despencando, greves e manifestações contra o governo começaram a surgir.

A perspectiva de que tudo pudesse mudar com a eleição de um novo candidato à presidência da república de um partido político da oposição veio abaixo, quando a candidata foi reeleita com 51,64% dos votos totais. Votos estes da grande maioria dos beneficiários das infinitas bolsas criadas para manipular e escravizar a população.


Sem nenhum tipo de programa econômico consistente para reerguer o país, as peças do tabuleiro foram apenas trocadas de posição, e diversos escândalos de corrupção vieram a público. A economia despencou e as perspectivas de crescimento ficaram apenas nas promessas eleitorais.



O que antes era apenas uma marolinha hoje é um tsunami. Os países que foram pegos em cheio na crise financeira global aos poucos vão se erguendo, e o Brasil que era tido na época como uma futura nação próspera, atualmente não passa de um país frágil,  sem perspectiva de crescimento, enlameado na corrupção, endividado e passando por uma grave recessão.

É, parece que o país não possui  profissionais de gestão pública altamente qualificados, quem sabe se importarmos políticos da Dinamarca (país menos corrupto),  Noruega (melhor IDH), Finlândia (melhor educação), França (melhor saúde pública), Islândia (melhor segurança), Estados Unidos (melhor PIB) e Indonésia (leis rígidas),  não acabaremos de vez com esta farra?

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