MD Networking: Junho 2018

Como fazer com que os negócios colaborem para o crescimento do país?


Marisa Fonseca Diniz





Os últimos anos tem sido de poucos negócios nos mais variados setores da economia brasileira, um reflexo do caos político que vem assolando o país nos últimos anos. Investigação, escândalos, corrupção, falta de direção, inflação, entre outros aspectos tem colaborado com a descrença do empresariado e dos investidores internacionais, os poucos que ainda acreditam no futuro do país podem se beneficiar nos próximos anos que se seguem para se reestruturarem e se reorganizarem para melhor se adaptar às mudanças econômicas e políticas que tendem a acontecer após as eleições.

Apesar do pessimismo generalizado que ronda os negócios, ainda há esperanças positivas, principalmente em alguns setores que vem acompanhando a evolução da economia mundial, sendo assim nem tudo está perdido. A onda de pessimismo deve ser deixada de lado e dar lugar a perseverança e as infinitas possibilidades de oportunidades que alguns setores da economia mundial têm proporcionado àqueles que de fato querem evoluir financeiramente sem ficar dependente das políticas econômicas governamentais internas.

O momento é propício para a indústria nacional, principalmente porque a alta do dólar propicia o aumento das exportações, pois os produtos ficam mais competitivos e a margem de lucro aumenta. O aumento da atividade industrial nacional acelera a criação de empregos, desde que as empresas não necessitem importar matéria-prima para incorporar a seus produtos.
Negócios digitais voltados para marca pessoal, marketing e internet estão em alta no país, a exemplo das demais nações ao redor do mundo que passaram por momentos críticos devido à crise global e investiram neste setor.

O turismo nacional é outro setor que ganha com a alta do dólar, pois o valor salarial dos brasileiros não aumenta e os valores das passagens para as viagens internacionais são todas calculadas em dólar, incentivando desta maneira que o turista prefira roteiros nacionais, além de favorecer a vinda de turistas estrangeiros ao país. Desta maneira, o dinheiro beneficia hotéis, restaurantes, agências de viagem, empresas rodoviárias e aéreas.

Outro setor que tende a crescer no país é o voltado à energia renovável, pois com a crise hídrica os investimentos devem ficar mais voltados para a geração de energia eólica e solar. Não há falta de oportunidades para se ganhar dinheiro, o que há atualmente é uma legião de pessoas pessimistas e imediatistas que querem se favorecer com o hoje e não com negócios a médio e longo prazo.

Que o país possa crescer é necessário investir em novos negócios, sem pessimismo e sim com a consciência de que todos podem fazer com que o Brasil mude de rumo e cresça nos próximos anos que se sucedem!



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Errar é humano, mas causa vários prejuízos


Marisa Fonseca Diniz



A engenharia surgiu a partir da existência humana, quando o homem desenvolveu a habilidade necessária para a evolução do padrão de vida. O surgimento dos assentamentos fez com que o ser humano criasse técnicas de estruturação resistentes a serem utilizadas na construção de abrigos, que pudessem suportar o desgaste dos anos.

A grande demanda no decorrer dos séculos por estruturas maiores e eficientes acabou impulsionando o surgimento de novas técnicas de construção, e a formação de profissionais capacitados para assumirem a responsabilidade da produção destas estruturas. Surgindo desta maneira a engenharia civil, porém apenas a partir da revolução industrial é que a profissão de engenheiro civil foi oficialmente reconhecida.

A engenharia civil engloba a concepção do projeto, a construção e a manutenção de todos os tipos de infraestrutura necessários ao desenvolvimento da sociedade e bem-estar, incluindo a preservação do ambiente natural. Edifícios, pontes, túneis, usinas geradoras de energia, indústrias e inúmeros outros tipos de estrutura são de responsabilidade da engenharia civil.

O engenheiro civil deve ter várias habilidades para desempenhar bem a profissão, os principais atributos são:
  • Comunicação;
  • Análise racional dos fatos envolvidos;
  • Ética.

A engenharia divide-se em várias áreas, tais como geotecnia, transportes, construção estrutural, entre outras, porém alguns profissionais da área da engenharia civil têm cometidos alguns erros de cálculo, que causam prejuízos e danos às obras.


Em 29 de janeiro de 2011, o Edifício Real Glass, em Belém-Pará, no Brasil desabou por um erro de cálculo estrutural. O laudo técnico emitido pelo Grupo de Análise Experimental de Estruturas e Materiais da Universidade Federal do Pará disse que a concepção estrutural do projeto era inadequada levando o prédio ao colapso. A estrutura foi submetida a uma combinação elevada de carregamentos verticais e horizontais provocadas pelo vento e pelo peso das vigas.


Em Washington, nos Estados Unidos, a Ponte Tacoma Narrows foi inaugurada em 1938, porém balançava com tanta violência que foi apelidada de a Grande Galopante. Ventos de mais de 60 km/h geraram movimentos de torção na ponte fazendo com que a estrutura caísse na enseada de Puget Sound. Atualmente a ponte tem sua armação em aço que forma o maior recife artificial do mundo.


Em 2003, a construção da Ponte de Laufenburg na divisa entre a Alemanha e a Suíça tinha um problema grave de cálculo estrutural, pois um dos lados tinha uma diferença de 54 cm acima do outro, em vez de estarem os dois lados na mesma altura do nível do mar. O erro foi percebido e corrigido, a fim de que a ponte pudesse ser completada. 



No ano de 2000, Londres construiu uma ponte para marcar a passagem do milênio. A Ponte do Milênio que une o Museu Tate Modern com a Catedral de Saint Paul ambos as margens do Rio Tâmisa, um ao norte e outro ao sul era para ser uma ponte de pedestres que facilitaria a travessia. A ponte ao ser inaugurada os 350 metros de cumprimento balançavam muito apavorando os pedestres.

O principal problema detectado através do design da ponte de pedestre era o efeito da "pisada sincronizada", isto é,  a medida que a ponte balançava, as pessoas ajustavam o passo conforme o ritmo da ponte, aumentando ainda mais a sua oscilação.


Em 2001, os engenheiros instalaram amortecedores para reduzir o balanço, e no ano seguinte a ponte foi reaberta ao público.




Em 3 de julho de 2014, a queda da parte de um viaduto em construção na cidade de Belo Horizonte, no Brasil, matou duas pessoas. A investigação da policia civil constatou que erros de cálculo no projeto estrutural provocaram o desabamento, uma parte da estrutura foi implodida.

Todo cuidado é pouco, bons engenheiros sempre se responsabilizam por seus atos!


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Qual a importância do networking nos negócios



Marisa Fonseca Diniz


Quando falamos sobre networking, nos referimos à maneira como podemos ampliar nossos contatos e a importância de se ter uma rede positiva que possa nos auxiliar em nossas relações profissionais ou pessoais. Networking é uma expressão inglesa que significa “rede de contatos”, as pessoas pertencentes a uma rede em específico devem ter interesses em comum, e na área de negócios este quesito é muito importante e faz toda a diferença.


Para se construir uma rede forte de contatos se faz necessário à comunicação entre as partes interessadas, no caso de negócios, a internet pode ser uma ferramenta adicional, mas não a única. Participar de congressos, seminários, palestras, workshops, cursos e reuniões são excelentes interações para se ampliar a rede de contatos.

Uma rede de contatos deve ser sólida, isto é, deve ser composta por pessoas e empresas interessadas em determinados segmentos comerciais, pois se houver discordância a possibilidade de se fazer algum fechamento é praticamente nula. O networking quando associado a negócios deve ter consistência em questões de interesses em comum, quando da análise de mercado referente ao produto ou serviço a ser comercializado é necessário determinar qual tipo de rede é mais interessante para o fechamento de futuros negócios.

As redes de networking podem ser regionais, nacionais e/ou internacionais tudo depende do resultado da análise comercial a ser atingida. Outro ponto positivo para se estabelecer um networking saudável e concluir bons negócios é a participação em grupos de discussão relacionados aos negócios em referência, pois a partir do momento que se apresenta o produto/serviço em questão abre-se um leque de oportunidades de negócios, lógico que em qualquer grupo de discussão irá ter pessoas mais eufóricas que querem atritar, nesse caso é necessário se ter boas estratégias para não entrar em brigas desnecessárias.

Redes sociais e profissionais também devem ser utilizadas para fechamento de negócios, porém devem ser utilizadas apenas para esta finalidade, jamais devem misturar interesses profissionais e pessoais juntos, pois além de ser antiético pode gerar desconfortos entre os interessados em gerar negócios. A credibilidade do negócio se dá por ter uma rede de contatos positiva, ou seja, apta a fazer negócios frutíferos, caso contrário será um desastre e poderá prejudicar não apenas todos os envolvidos nas negociações como o profissional ou empresa na qual está tentando fechar negócios.

Então, vamos lá começar um bom networking?


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A evolução da habitação


Marisa Fonseca Diniz


Desde os tempos da pré-história o homem constrói casas, no inicio as primeiras moradias eram grutas e cavernas que estabeleciam as primeiras formas de alojamento. Nas regiões onde não havia cavernas, a solução foi utilizar folhagens para a cobertura, uma vez que as habitações eram praticamente iguais para todos e a única função era dar proteção contra o sol, chuva, frio, calor ou ataque de animais selvagens.




A agricultura fez com que o homem abandonasse o  nomadismo e as habitações começaram a ser mais permanentes tendo melhores condições de conforto para a vida em família. Aos poucos as aldeias foram se formando, e estas foram se transformando em cidades.

À medida que as diferenças sociais foram ser formando no interior dos grupos humanos, as casas foram adquirindo características conforme a posição social dos moradores. Na antiguidade greco-romana as pessoas mais ricas viviam em casas com diversos cômodos, enquanto que os pobres viviam amontoadas em choças aos arredores das cidades.




Na época do Renascimento por sua vez, os burgueses criaram habitações padronizadas com lojas no andar térreo e dormitórios na parte superior. A partir da Revolução Industrial  pode ser percebida a diferença das habitações de pobres e ricos. As casas dos ricos passaram a ficar cada vez mais luxuosas e confortáveis, enquanto a dos pobres era miserável e suja. 




No final do século XIX e inicio do XX, os arquitetos estipularam condições ideais e indispensáveis para uma moradia saudável com ventilação, insolação e a posição da casa em relação ao sol, e as disposições sanitárias contrariando a maioria dos construtores da época.

A evolução da sociedade e o surgimento das novas tecnologias transformaram não só a construção das casas como a própria arquitetura. A moradia no século XXI possui sistemas de racionalização dos recursos naturais e se tornam a cada dia mais sustentáveis devido à consciência da preservação ambiental. A preocupação com a segurança fez surgir habitações verticais, horizontais e condomínios.




As famílias diminuíram de tamanho e as habitações foram adaptadas a estes novos estilos de vida, além de diversificarem os ambientes internos tornando-se muito mais multifuncionais mesclando a tecnologia com a humanização e intimidade. As famílias ficaram muito mais reservadas em seus espaços, e vivem intensamente a sua exposição nas redes sociais e na internet.



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Você moraria em uma caverna no meio do nada?



Marisa Fonseca Diniz


A pergunta pode ser um tanto estranha, mas saiba que há várias pessoas ao redor do mundo que moram em cavernas. Apesar das cavernas parecerem um local inóspito, elas são apenas cavidades rochosas naturais que possuem dutos de circulação de água e oxigênio entre o semidouro e a fonte, o que possibilita a moradia.

No centro-sul da Austrália metade da população da cidade de Coober Pedy vive em cavernas, que os protegem das altas temperaturas em torno dos 45º C. As moradias são de arenito e apresentam várias divisórias grandes, tais como: cozinha, quarto e sala. É possível encontrar também livrarias, supermercados e até uma piscina.


A China é outro país em que várias pessoas ainda habitam em cavernas, sendo mais de 30 milhões de chineses vivendo nos buracos encravados na terra. O principal motivo de viverem em habitações como estas é pelo simples fato de serem mais baratas dos que as casas convencionais.

Na Cappadocia, Turquia, na cidade de Goreme ainda há muitas pessoas morando em cavernas, algumas foram transformadas em residências modernas e outras em hotéis chiques que abrigam diversos turistas ao dia. 


No Vale de Loire, na França há ainda quem goste de morar em cavernas, há várias habitações escavadas nas encostas e paredes rochosas conhecidas como troglodytes, que são feitas de pedras calcárias. As cavernas protegem os moradores das baixas temperaturas no inverno fornecendo calor, e no verão elas protegem do calor intenso deixando o ambiente mais fresco.

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Os edifícios antiterrorismo mais seguros do mundo



Marisa Fonseca Diniz


Quando nos referimos ao terrorismo sempre vem em nossa mente o perigo de morremos ou de sermos vítimas das atrocidades provocadas pelas pessoas envolvidas neste ato. Segundo estudiosos, os ataques terroristas surgiram no início do século XIV, quando um grupo de judeus fanáticos conhecidos como sicários atacava cidadãos judeus e não judeus que eram favoráveis ao domínio romano.

O terrorismo moderno que apavora milhões de cidadãos em todo mundo surgiu no século XIX na Europa, quando grupos anarquistas consideravam o Estado o seu maior inimigo. A ação terrorista visava à luta armada para constituição de uma sociedade livre do comando do Estado. Porém foi a partir do século XX que as ações terroristas evoluíram como forma de luta por suas ideologias.

Após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, os edifícios aumentaram a segurança e resistência estrutural de suas construções. Na época dos atentados terroristas quase três mil pessoas morreram nos ataques, sendo a maioria das vítimas civis que morreram no complexo do World Trade Center.

Os Estados Unidos desenvolveu um conjunto de orientações chamado UFC - United Facilities Criteria 4-010-01 , onde estabelece todas as orientações gerais que uma instalação federal necessita para se proteger do terrorismo.

Dentro destes padrões há algumas construções que seguem a risca as orientações, vejamos:


Svalbard Global Seed Vault




Localizado no arquipélago Ártico de Svalbard ao sul do polo norte é um sítio global de sementes, que tem por objetivo salvaguardar a biodiversidade das espécies de cultivos que possam servir de alimento às populações globais. 



A construção subterrânea é feita de aço e concreto armado e resiste a ataques nucleares e a terremoto. A estrutura foi projetada para durar mais tempo do que as Pirâmides de Gizé.


World Trade Center 7



Localizado em Nova York em frente ao World Trade Center da parte baixa de Manhattan, o edifício tem um design moderno que enfatiza a segurança. Construído com concreto reforçado capaz de suportar qualquer ataque terrorista. A estrutura externa do edifício é inteiramente feita de vidro resistente a bombas, caso aconteça qualquer explosão próximo ao World Trade Center 7 os sistemas de janelas desviam toda a energia da explosão fazendo com que qualquer objeto lançado para fora volte voando ao edifício.



As janelas próximas ao lobby possuem um sistema de cabos internos que atuam como pedaços de borracha, as escadas são largas e a prova de fogo, os pilares são todos feitos em aço, e a estrutura é caracterizada por design ecológico.


Fort Knox




É uma pequena cidade localizada no estado de Kentucky ao longo do rio Ohio. É a base do Exército dos Estados Unidos onde guarda grande parte do ouro. O complexo possui uma segurança de dar inveja a qualquer edifício federal, a porta do cofre possui 22 toneladas de aço maciço. A segurança é composta por tanques de guerra, helicópteros, guardas bem armados, paredes de granito e sistema de alarme de última geração. 




O projeto utilizou 16.000 pés cúbicos de granito, 4.200 jardas cúbico de concreto, 750 toneladas de aço maciço  e 670 toneladas de aço estrutural.

Data Center Bahnhof




Localizado no centro de Estocolmo é um provedor de serviços de internet e ganhou notoriedade como a antiga casa dos Wikileaks.




Localizado a 30 metros sob-rochas de granito no Parque Berg Vita, o centro de dados possui estufas subterrâneas, cachoeiras, motores de submarinos alemães, luz e sua estrutura pode suportar uma batida de bomba de hidrogênio.

A energia é gerada através de motores a diesel e produzem 1,5 megawatts, o centro de dados contém grossas portas de metal que protegem seus servidores e computadores de qualquer ataque terrorista.



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Investir no Brasil em época de crise é um bom negócio


Marisa Fonseca Diniz


A crise econômica brasileira tem deixado nestes últimos anos um rastro de destruição tanto às empresas como aos empresários, as vagas de emprego sumiram e as oportunidades de negócios estão cada vez mais escassas retardando de vez o termino da recessão. A vantagem de empreender durante a crise é que só sobreviverá quem for forte o suficiente para ter diferenciais de mercado, e superar esta fase de transição.

A moeda nacional está desvalorizada perante a moeda americana favorecendo os investidores internacionais, ou seja, a desvalorização do câmbio faz com que os bens e serviços produzidos internamente no país fiquem mais baratos para os estrangeiros. No entanto, os produtos produzidos no exterior ficam mais caros para os brasileiros, isto quer dizer que, quando há a valorização do câmbio, o que é produzido no Brasil fica mais caro aos estrangeiros, e o que é produzido fora do país fica mais barato aos brasileiros.

O que vivemos atualmente favorece as empresas estrangeiras, quando o assunto é investimento no Brasil, o poder de compra aumenta para os estrangeiros, e no momento o mercado nacional necessita de dinheiro em circulação. Apesar de muitos empresários serem contrários a entrada de empresas chinesas no Brasil não pode dar-nos o luxo de negar qualquer tipo de investimento.

Mesmo com a desvalorização da moeda, a concentração de renda está em um seleto grupo de pessoas, que procuram investir em países no qual possam ter um retorno positivo nos próximos anos. Investir em países em desenvolvimento mesmo estando com a economia deficiente acaba sendo rentável, principalmente quando o foco de investimentos está relacionado a setores não muito explorados.

Países em recessão concentram uma grande quantidade de consumidores que perderam suas rendas, ou seja, seus empregos, e no desespero tentam vendar suas propriedades para fazer dinheiro, e é justamente nesta hora que os investidores conseguem fazer bons negócios.

O que o brasileiro precisa ter é sabedoria e investir em setores pouco explorados, a fim de terem diferenciais de negócios e saberem angariar as oportunidades que o mercado em tempos de crise oferece. Reclamar da crise não irá tirar ninguém do problema e muito menos trará o emprego tão desejado.

Desenvolver ideias que enriquecem o crescimento financeiro do país é o que possibilitará a retomada da economia nacional. As melhores ideias se desenvolvem em épocas de crise tomemos como exemplo, diversos empresários que no passado sem nenhum dinheiro em caixa deram a volta por cima e investiram seu esforço, conhecimento e vontade em ideias rentáveis. Hoje há muitas empresas sólidas que apesar de todos os problemas pelos quais o país atravessa conseguem gerar oportunidades de negócios e trabalho.

Não podemos desanimar e nem achar que a culpa ou a solução tem que vir apenas do governo, o país já passou por situações bem piores e superamos. Devemos pensar fora da caixinha investindo nosso conhecimento e experiência em áreas pouco exploradas, porque no final todos sairemos lucrando com as mudanças!

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A decadência do setor da construção civil no Brasil



Marisa Fonseca Diniz


Até três anos atrás, o discurso do governo federal brasileiro era de que faltavam profissionais qualificados no setor da construção civil, pois segundo informações divulgadas o setor andava em plena ascensão, negavam haver bolha imobiliária, os brasileiros ganhavam altos salários, havia crédito em abundância no mercado nacional, não havia desemprego no país, sobravam vagas... estas eram apenas algumas das mentiras maquiadas pela cúpula politica. Atualmente, o setor da construção civil está completamente temeroso e sem perspectivas de crescimento, o que contrariava todas as informações repassadas pelo governo nas projeções econômicas da época.


No primeiro trimestre de 2015, o setor da construção civil já tinha demitido mais de 50 mil profissionais e mais de 20 mil vagas de emprego tinham sido fechadas. O que fez com que nos próximos meses a situação piorasse, em seguida o governo federal anunciava um corte de quase R$ 26 bilhões de investimentos no PAC, que incluia o programa habitacional do Minha Casa, Minha e Vida e obras de infraestrutura.




Os escândalos de corrupção relatados na operação Lava Jato foi outro aspecto negativo que o setor da construção teve que enfrentar. A estagnação do setor envolveu não apenas as grandes construtoras como também as empresas de consultoria e projetos devido o descrédito na economia nacional. A falta de investimentos facilitou na época, as parcerias comerciais entre governo federal e o governo chinês para investir bilhões no Brasil.

O governo chinês possui um enorme volume de reservas internacionais em torno de US$ 4 trilhões, o que  tem facilitado a busca em diversificar suas aplicações. Mas, o principal interesse da China não é apenas diversificar seus investimentos e sim em se contrapor aos EUA sendo uma potência global. E desta maneira utiliza sua tecnologia e reserva financeira para investir em países com economias fragilizadas, tais como países da África e o Brasil.

A proposta do governo e dos empresários chineses é investir dezenas de bilhões de dólares em diversos setores da economia brasileira, tais como ferrovias, hidrelétricas, agronegócios, mineração, siderurgia, TI e autopeças.

Os investimentos chineses podem impulsionar a economia brasileira que anda em recessão, mas por outro lado é uma excelente estratégia chinesa, uma vez que os brasileiros não falam mandarim ou chinês e nem os orientais falam ou entendem uma palavra de português.




A manobra política é fazer com que os países sejam dependentes dos investimentos e tecnologia chinesa, assim como já acontece na África onde as ferrovias foram feitas com bitolas que apenas servem para os trens chineses. Outro inconveniente é a insistência em importar mão de obra chinesa para suas obras, uma vez que são mais baratas e livres das leis de direito trabalhista. No Brasil, a China já tentou trazer mão de obra chinesa para ser utilizada na construção da Usina de Belo Monte no Pará sem sucesso, mas agora com a recessão esta situação pode ser inversa, pois prevalece quem tem mais poder de investimento.

Um dos investimentos mais arrojados dos chineses no Brasil é o projeto da construção da ferrovia transoceânica que cortará o país e o Peru facilitando o escoamento de grãos e outros produtos da região centro-oeste para o Oceano Pacífico. Não podemos esquecer que a  China compra 70% de toda a soja produzida no país, portanto o interesse não é apenas econômico e sim estratégico.


Fonte: O Globo


A estratégia chinesa não para por aí,  em 2017 a China adquiriu uma construtora brasileira e no primeiro bimestre deste ano, dois projetos do total de três totalizaram US$ 349 milhões de investimentos, segundo a terceira edição do Boletim Bimestral sobre Investimentos Chineses no Brasil.  

O que era improvável de acontecer,  que foi facilitado pelos escândalos de corrupção envolvendo as grandes construtoras nacionais, os chineses iniciaram em março as obras em um porto no Maranhão que exportará milhões de toneladas de produtos agrícolas, principalmente  a soja para o mercado chinês. Segundo o site de notícias Bloomberg, o investimento é de R$ 1,8 bilhão, US$ 520 milhões, que está sendo financiado pelo Industrial & Commercial Bank of China, maior banco do mundo em ativos, que se estabeleceu no território brasileiro no ano de 2013.

É parece que as perspectivas de crescimento do setor da construção civil no Brasil estão nas mãos apenas dos chineses. Se anos atrás, o governo brasileiro tivesse investido em tecnologia e tivesse uma gestão mais inteligente, hoje o Brasil poderia ser uma potência mundial, porém os governantes preferiram o caminho mais curto, o da ideologia e da corrupção!


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