Você é capaz de desenvolver negócios rentáveis em plena crise econômica?


Edição Especial

Marisa Fonseca Diniz


Você já parou para pensar que as pessoas em geral ficam desesperadas só em pensar em crise econômica? Mas, o que na verdade significa a palavra crise? No contexto geral, apesar da palavra crise ter apenas cinco letras, seu significado é bem amplo, a saber: uma mudança brusca ocasionado por um agente agressor e/ou mecanismo de defesa. Crise para a psicologia é explicada como uma situação de mudança a nível biológico, psicológico ou social que exige da pessoa um esforço suplementar para manter o equilíbrio emocional. No caso aqui a ser descrito, a crise pode ser o desequilíbrio econômico de um individuo ou país, e no caso de acometer pessoas, a crise pode afetar também o equilíbrio emocional.

A crise pode ser recepcionada de diversas maneiras, para alguns indivíduos, pode ser vista como uma grande oportunidade, para outros um momento de reflexão e para outras pessoas um momento de dificuldade descomunal. Quando era colunista do Programa Cases – Record News escrevi alguns artigos de como superar esta fase tão difícil chamada crise econômica. Enquanto o continente europeu e os Estados Unidos vêm superando a crise global, o Brasil infelizmente vem se afundando a cada dia mais na crise política associada à crise econômica.

O caos formado no país tirou mais de 20 milhões de pessoas produtivas do mercado de trabalho e com isso fez surgir uma legião de desesperados em busca de renda para tentar sobreviver e pagar suas dívidas e despesas diárias. Em contrapartida, a crise também propiciou uma série de problemas psicológicos em algumas pessoas que não estavam tão preparadas para enfrentar eminentemente este problema, sendo uma das consequências mais severas a depressão. Desespero, tristeza, sentimento de impotência, fraqueza e pessimismo são apenas alguns dos problemas causados pela falta de emprego.

No artigo, Desenvolvendo oportunidades de negócios na crise publicado em junho/2015 no Programa Cases faço uma introdução falando justamente sobre estas dificuldades e qual a melhor maneira de enxergar as oportunidades que esta fase pode nos trazer, a saber:



“Quando falamos em crise, algumas pessoas se desesperam e acreditam ser um momento de perdas, lamentam-se por não se considerarem fortes o suficiente e superarem esta fase de transição. Enquanto outras pessoas enxergam na crise ótimas oportunidades de transformar o lamento em empreendimentos de sucesso. É de fato, nos momentos de crise que as melhores oportunidades de negócios aparecem.


A crise financeira não pode ser vista como um momento de lamento, de fracasso e sim como uma época para colocar em prática os antigos desejos de se capacitar, se atualizar, conhecer as novas práticas de mercado, estar a par das novidades que envolvem produtos, serviços, interagir com profissionais que conseguiram sair da crise como empresários, participar de congressos, exposições e ampliar a rede de contatos.”


O otimismo deve estar sempre em primeiro lugar, não devemos jamais permitir que a nuvem negra que paira sobre as pessoas em épocas de crise seja mais importante. No artigo, Pessoas otimistas vivem mais e melhor de minha autoria relato sobre a necessidade das pessoas serem mais positivas, segundo pesquisa da Universidade de Yale foi concluído que pessoas otimistas vivem em média sete anos e meio a mais do que as pessimistas, o que contribui e muito para a qualidade de vida e proporciona um envelhecimento mais tranquilo.


Pensamentos positivos fazem com que as pessoas tenham uma visão diferente em meio à crise, não podemos nos deixar abater por nada, a fim de não perdermos a paz e o equilíbrio vital. A crise tem que ser vista como o momento certo para criar e colocar as ideias em prática. Uma ideia inovadora associada a um bom planejamento, estratégias e negócios faz com que qualquer pessoa saia da zona de conforto e comece a desenvolver novas oportunidades de trabalho.

Esqueça em época de vacas magras, a palavra emprego e comece a nutrir a palavra trabalho. Quando a crise financeira corta os empregos ela também corta o desenvolvimento das empresas que precisam reaprender a trabalhar, e o governo necessita criar maneiras para que o país volte a crescer sem prejudicar o povo que já está desacreditado por tantos problemas. Emprego significa ter uma ocupação ou uma função, diferente do trabalho que é o conjunto de atividades produtivas ou criativas, que o homem exerce para atingir determinado fim. Pensando dessa maneira, o que era considerado impossível aos poucos se torna um diferencial de mercado.

As pessoas precisam ter visão de águia, ver muito mais além do que enxergam no momento da dificuldade, e saber reconhecer as oportunidades que o mercado oferece aqueles que buscam uma renda. A expressão “saia da caixinha” significa sair da zona de conforto e reconhecer as oportunidades que o mercado dispõe a quem quer fazer a diferença. O artigo, Você sabe reconhecer uma oportunidade fala justamente sobre a tendência do mercado global nestes últimos anos e porquê as pessoas devem parar de choramingar e correr atrás de diferenciais de mercado. Uma crise não se resolve apenas com ações governamentais, o primeiro a querer mudar a situação atual pelo qual enfrenta diariamente é aquela que se sente vitimizada.

Enquanto muitas pessoas pelos quatro cantos do planeta estão reclamando da crise política e econômica optando por não enxergar possíveis oportunidades de trabalho, tantos outros estão correndo atrás do prejuízo, mesmo sem dinheiro, porque pensar e criar não custa absolutamente nada. Quando eu criei o Blog Se Virando Sem Grana as pessoas me perguntavam qual era o real motivo de eu ter criado um blog com artigos voltados exclusivamente para momentos de escassez e dificuldades sabendo que o Brasil passava pelo seu melhor momento econômico e com consumo altíssimo devido o crédito abundante no mercado nacional. Será mesmo que o Brasil estava vivendo momentos áureos? Qualquer pessoa com conhecimentos básicos de economia e política tinha condições de perceber que o populismo empregado pela gestão governamental era apenas um disfarce para a fase crítica no qual o país atravessava. Não me deixei abater pelas dificuldades, transformei um hobby em ganha pão, inovei, e parti para o ataque, assim como tantas outras pessoas que aproveitaram as dicas do blog e refizerem a vida financeira.

Todos nós precisamos dar a volta por cima nos problemas e recomeçar quantas vezes for necessário. O profissional desempregado deve ter em mente que é possível se tornar um empreendedor bem sucedido, mesmo que para isso precise começar do zero. Um hobby pode se transformar em algo rentável, por exemplo, a facilidade em fazer salgadinhos ou docinhos pode ser complementada por uma ideia genial, tudo é possível para quem não se sente confortável em ter uma família, amigos ou a si mesmo cobrando por se sentir inútil e sem dinheiro para prover suas necessidades.

A vida profissional precisa das estratégias certas para poder galgar novos passos mesmo sabendo-se dos desafios a serem enfrentados. O livro a Arte da Guerra escrito por Sun Tzu é um bom exemplo do quanto precisamos ter visões apuradas de conquista. O livro aborda estratégias de guerra de modo a compor um panorama de eventos que devem ser abordados em um combate racional.

Conforme descrito no artigo Desenvolvendo oportunidades de negócios na crise, o conceito de estratégia militar é designado pela prática de um bom planejamento para que o inimigo seja vencido, no caso da crise o principal inimigo das pessoas é o medo de arriscar. A crise financeira que acomete muitos países pode ser considerada como uma guerra, sendo necessário colocar em prática as ideias, a fim de sobreviver em época de mudanças.


No caso da guerra, a principal estratégia é vencer o inimigo, no empreendedorismo é necessário vencer a concorrência e ser lucrativo. As empresas tendem a se adaptar as estratégias comerciais, a ética e a nova pegada sustentável nos negócios. A crise pode parecer um obstáculo difícil de transpor, porém dentro deste parâmetro há muitos profissionais que deixaram as lamúrias de lado e investiram em negócios próprios.

Conforme descrito em outro artigo de minha autoria, Crise? Não existe para quem quer fazer a diferença no Brasil, há muitas histórias interessantes de pessoas das mais diversas faixas etárias, que em tempos áureos foram rejeitas pelo mercado de trabalho por não pertencerem a geração “Y” por terem sido consideradas velhas demais, como é o meu caso, onde tive diversas negativas de emprego por estar acima dos 45 anos de idade. O interessante é que o mercado fez pouco caso com referência a minha experiência, expertise em crises econômicas e facilidade de adaptação.

Não me deixei abater pelas negativas recebidas, pois sempre fui uma pessoa otimista, mesmo sabendo das dificuldades que enfrentaria nessa nova etapa da vida, ignorei as críticas, virei à página, aproveitei as oportunidades no mercado internacional e criei o Projeto Marisa Diniz Networking (MD Networking) que intercala desenvolvimento de negócios e a sustentabilidade voltados a consultoria da engenharia sustentável no qual me proporcionou projeção internacional como sendo um dos poucos projetos rentáveis que se preocupa com a qualidade de vida das pessoas e conserva o meio ambiente no mundo.


Após ter reconhecimento e certificação internacional, finalmente fui reconhecida no Brasil dando um tapa de luva de pelica a todos aqueles que me consideraram insignificante no mercado de trabalho, onde recebi o título honorífico de Comendadora. Atualmente, o projeto é constituído apenas pela seguinte área, a saber:




Publicações onde compartilho conhecimentos e experiências adquiridas por meio de artigos publicados em redes digitais e também nos meus blogs, onde há grande projeção internacional.

Assim como eu, muitas outras pessoas de idades diversas também foram capazes de superar tempos de crise, alguns exemplos podem ser encontrados nos Blogs Marisa Diniz Networking e Se Virando Sem Grana. Jamais podemos esquecer que Empreenderé uma arte, tal como o artigo de minha autoria no qual deixo claro, que para algumas pessoas não deixa de ser um quebra cabeça principalmente em épocas de crise.

Nem todos nasceram para ter uma empresa própria ou desenvolver ideias criativas criando oportunidades diferentes de negócios. Empreender é muito mais do que apenas abrir um estabelecimento comercial ou registrar a abertura de uma empresa nos órgãos competentes. Apesar de o empreendedorismo ser considerado o estudo voltado para o desenvolvimento das habilidades e competências relacionadas a um projeto comercial ou técnico-científico, empreender é realizar, fazer acontecer e executar, e neste quesito, nem todos são exímios na arte.

As principais características que uma pessoa precisa ter para ser um empreendedor são as seguintes:

Criatividade;

Organização;

Planejamento;

Responsabilidade;

Liderança;

Visão estratégica;

Coragem para assumir riscos;

Persistência;


Comunicação.


A crise econômica que paira atualmente pelo mundo a fora tem feito com que alguns empreendedores desistam de suas empresas simplesmente pelo fato de não serem inovadores ou não saberem qual a melhor direção a tomar, a fim de evitar o endividamento e os estoques encalhados. O grande erro do empresariado é acreditar no imediatismo, porém não podemos deixar de comentar que este pensamento nunca trouxe solução eficiente para ninguém, muito menos para os empreendedores. As empresas necessitam de um bom planejamento antes mesmo de cabecear uma ideia, produto ou mercado, ou seja, uma boa viabilidade de negócios se faz necessário antes mesmo de começar a pensar em abrir uma nova empresa, caso contrário o fracasso será seu eterno companheiro.



Ideias criativas devem ser colocadas no papel e registradas nos órgãos competentes, bem como pesquisar o mercado que se deseja atingir seja com o serviço ou produto a ser comercializado.



Indiferente das dificuldades enfrentadas deve-se ter em mente a necessidade de se ter um bom caixa financeiro para não ficar contando com vendas rápidas ou lucro fácil, pois toda empresa tem um determinado tempo de maturação para obter lucro, não esquecendo que o dinheiro que entra primeiro é sempre aquele que irá pagar os custos de abertura, estoque, investimentos e despesas diversas. Que tal começar um empreendimento agora? Sem desculpas para a crise ou pensamentos negativos, qualquer pessoa é capaz de transformar oportunidades em negócios rentáveis.



Deixo aqui um agradecimento em especial para o meu amigo Fernando Fernandes, Programa Cases, que permitiu que eu reproduzisse os meus artigos quando colunista, mesmo que apenas alguns trechos tenham sido usados e que tenham sido complementados com assuntos atuais neste artigo de minha autoria.


Até nosso próximo artigo da Edição Especial!

Artigo protegido pela Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. É PROIBIDO copiar, imprimir ou armazenar de qualquer modo o artigo aqui exposto, pois está registrado.

Licença Creative Commons
O trabalho Você é capaz de desenvolver negócios rentáveis em plena crise econômica? de Marisa Fonseca Diniz está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
Baseado no trabalho disponível em https://marisadiniznetworking.blogspot.com/2017/08/voce-e-capaz-de-desenvolver-negocios.html.

A importância dos Negócios, Networking, Marketing e as Redes Sociais


Edição Especial

Marisa Fonseca Diniz


Com toda certeza todos já devem ter escutado ou lido a importância do networking nas relações comerciais, mas nem todos têm o entendimento correto da necessidade desse processo nos dias atuais. A economia mundial exige de certa maneira que os negociantes do mundo todo, principalmente os que trabalham com o mercado internacional, tenham certo grau de influência sobre as relações comerciais de modo que a venda de seus produtos gerem rentabilidade  e façam com que a economia se movimente de maneira positiva. O bom relacionamento profissional faz com que se perca menos tempo nas negociações comerciais principalmente quando o networking é usado de maneira positiva.


O networking positivo é aquele onde a rede de contatos é formada através de interesses em comum, ou seja, quem vende bens de consumo, por exemplo, deverá procurar pessoas e empresas interessadas em adquiri-los. Porém, o que acontece em alguns mercados é que, o networking é visto apenas como uma maneira de agregar contatos a rede profissional sem ter qualquer tipo de critério fazendo com que a rede fique inchada com contatos muitas vezes inúteis. Como diz o ditado “tempo é dinheiro”, quando desperdiçado gera altos custos e quando bem aplicado gera altos lucros.


Engana-se, quem acredita que o networking pode ser feito de qualquer maneira, sem nenhum critério, apenas para ter uma série de cartões de visita na carteira ou de ter um perfil em uma rede profissional cheia de contatos nas quais muitas vezes se quer tem tempo para dizer “olá”. Há uma série de pessoas que se dizem especialistas em networking, porém vale ressaltar que muitas delas são apenas conhecedoras do assunto em uma determinada rede, o que é um erro, pois quem detém o expertise no assunto irá aconselhar a ter contatos profissionais de qualidade, que rendam bons frutos, e não apenas quantidade.


Há algumas semanas atrás um antigo contato profissional me contatou para tomar um café, pois desejava que eu o auxiliasse em algumas questões específicas. Desde a minha saída de algumas redes profissionais nas quais não estavam sendo tão frutíferas, sugeri que alguns contatos profissionais criassem um perfil nas quais faço parte, incluso a rede beBee. Questionei-o sobre a falta de interesse em fazer parte da rede beBee, a resposta não poderia ter sido mais inconsistente, apenas disse-me que não entendeu o significado da rede e muito menos achou interessante, pois o conceito que ele tem sobre networking é ter os mais variados contatos não importando no que as pessoas trabalham, conceito este adquirido diretamente na rede do LinkedIn, segundo ele.


Não desmerecendo nenhuma rede, porém é comum encontrarmos em certas redes pessoas se dizendo “especialistas em LinkedIn ou Facebook”, sejamos honestos, qualquer pessoa que seja curiosa e goste de navegar mais de seis horas por dia na rede será capaz de se tornar um especialista. O uso incorreto da palavra “especialista” tem tornado os profissionais incapazes de enxergar o real objetivo de se construir um networking positivo e saudável a qualquer tipo de negócio.


Voltando ao caso do antigo contato, que há anos tem tentado conseguir ampliar sua carteira de clientes, bem como seus contatos específicos para ampliar os serviços oferecidos, coloquei a ele a questão de participar mais ativamente de redes profissionais específicas, porém a resposta pareceu um tanto subjetiva acreditando que só seria possível conseguir formar uma carteira de investidores se solicitasse diretamente a algum contato que ele achasse interessante.

Sejamos honestos, dependendo do negócio uma boa carteira de clientes ou investidores pode levar anos para ser construída, pois é necessário contato direto, reuniões, conversas, negócios e um bom marketing. Nada cai do céu ou chega através de um botão de adicionar,  no caso de investidores  há redes específicas para isso, que em geral oferecem o serviço pago, uma vez que, investidores preferem fazer negócios em redes fechadas ou com profissionais de confiança.


Entre um café e outro sugeri novamente que viesse fazer parte do beBee, que apesar de ser uma rede jovem, possuí um conceito interessante de fazer networking, além de não precisar toda a formalidade que o LinkedIn sugere aos seus usuários teria a oportunidade de ampliar seus conhecimentos, compartilhar os próprios, oferecer seus serviços, ampliar a carteira de clientes, e adicionar pessoas que possam lhe apresentar contatos interessantes. Por fim, recebi uma negativa, que acredito que com o tempo poderá perceber que perdeu tempo demais com aquelas que não traziam bons negócios e nem contatos.


Para o profissional ser conhecido no mercado em que atua sem precisar gastar muito dinheiro para isso recomendo criar um blog, onde poderá escrever artigos próprios sobre seus conhecimentos específicos ou sobre os negócios nos quais comercializa. Nada é fácil, porém é o caminho mais curto para se conseguir ampliar a carteira de clientes e contatos. O marketing digital possui diversas ferramentas eficientes para compartilhar artigos, incluindo a rede beBee que não cobra nada por isso, e com o passar do tempo, os escritores acabam se integrando à família beBee, querendo compartilhar diversos assuntos, além dos conhecimentos técnicos.



As redes profissionais e sociais possuem suas normas, e é obrigação dos usuários respeitarem, apesar de que, não podemos esquecer que o respeito deve ser mútuo, pois as redes dependem de seus usuários para existirem e propagarem seus objetivos, e não há melhor marketing do que esse, a satisfação do usuário ou cliente. Assim deve ser o nosso trabalho profissional ou a nossa empresa, respeitar e cumprir com o prometido.


Deixo aqui os meus agradecimentos a rede beBee, pois depois que criei um perfil aqui e compartilhei meus artigos na rede os blogs ficaram mais rentáveis, além de agregar diversos contatos interessantes. A semana passada estive ausente da rede para resolver algumas pendências e confesso senti muitas saudades, os artigos publicados na rede são cativantes, um livro aberto de variedades e oportunidades, impossível deixar de ler.

Que a rede beBee continue com o mesmo objetivo nos próximos anos, obrigada a todos da família buzz por me aceitarem e lerem meus artigos, em agradecimento este artigo é para todos vocês!

Artigo protegido pela Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. É PROIBIDO copiar, imprimir ou armazenar de qualquer modo o artigo aqui exposto, pois está registrado.

Licença Creative Commons
O trabalho A importância dos Negócios, Networking, Marketing e as Redes Sociais de Marisa Fonseca Diniz está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
Baseado no trabalho disponível em https://marisadiniznetworking.blogspot.com/2017/08/a-importancia-dos-negocios-networking.html.


O emprego do bambu como material sustentável na construção civil

Parte do artigo integrante do Site Engenharia e Construção de Portugal (autorizado pelo  Engenheiro Civil Responsável Tiago Cunha) foi reproduzido, sendo complementado com informações atuais.  

Edição Especial

Marisa Fonseca Diniz


O bambu é uma planta muito utilizada nos países asiáticos para diversos fins, e representa o sustento de mais de um bilhão de pessoas principalmente aquelas que se encontram em áreas rurais pobres dos países da Ásia e América do Sul.

Há em torno de 75 espécies com mais de 1.300 variedades de bambu espalhadas em regiões tropicais, subtropicais e temperadas pelo mundo, o bambu por suas qualidades tem atraído a atenção de pesquisadores e empresários. Uma das características do bambu é o crescimento 30% mais rápido do que de outras espécies de árvores consideradas como de rápido crescimento. O crescimento é vigoroso e o seu rendimento em peso por hectare ao ano é 25 vezes maior do que o de qualquer espécie de madeira.

O bambu é um recurso renovável, o que não ocorre com os demais materiais, principalmente quando pensamos em construção civil sustentável. A madeira tem se tornado um recurso escasso, e sua produção inviabiliza alguns sistemas de produção causando assim um aumento do preço desta matéria-prima.

O bambu aplicado na construção civil ajuda a reduzir o impacto ambiental, a fibra de bambu misturada ao cimento cria um material de construção valioso, as placas de bambu tem vida útil maior e é mais resistente a umidade. A compensação da descarga de dióxido de carbono ao fixar uma grande carga de CO2 é a maior vantagem para a utilização do bambu na construção civil. O bambu é um material de baixo consumo energético, pois não necessita ser transformado podendo ser utilizado naturalmente.

Há um projeto em desenvolvimento para substituir o aço estrutural por bambu desenvolvido em parceria pelo Future Cities Laboratory – FCL e os centros de pesquisas ETH em Singapura e Zurique – Suíça. Dirk Hebel pesquisador do projeto e professor assistente de arquitetura e construção do Laboratório de Composto Avançado do FCL acredita que a fibra compactada do bambu possa criar um composto resistente capaz de substituir o aço estrutural nas obras de concreto.


O ponto favorável deste estudo é que os países em desenvolvimento poderão utilizar esta técnica para melhorar a economia local dos grandes centros urbanos, além de ter uma melhora na qualidade de vida. Programas de moradia popular poderão se beneficiar muito com este material sustentável, pois além de ser um material mais barato também colabora com a preservação do meio ambiente.

Complementando o artigo publicado no site em referência, atualmente vários outros estudos e pesquisas complementares tem sido realizadas utilizando a nanotecnologia, a fim de que materiais menos agressivos ao meio ambiente sejam desenvolvidos sem tirar a eficiência dos processos empregados na construção civil. O bambu é um dos muitos produtos sustentáveis utilizados, porém não é o único.  

A maioria dos materiais empregados nos processos da construção civil são corrosivos e podem contaminar o solo, os aquíferos e até mesmo o ar, sendo necessário a aplicação de novos materiais que sejam tão eficientes quanto os empregados atualmente, porém não contaminantes. 


Licença Creative Commons
O trabalho O emprego do bambu como material sustentável na construção civil de Marisa Fonseca Diniz está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
Baseado no trabalho disponível em https://marisadiniznetworking.blogspot.com/2017/08/bambu-sustentabilidade-na-construcao.html.





Edição Especial




A partir deste mês de agosto o Blog Marisa Diniz Networking – MD Networking se une aos Blogs Se Virando Sem Grana e Café, Sonhos e Pensamentos em comemoração aos 5 anos do surgimento do Projeto Marisa Diniz Networking que foi criado inicialmente com a proposta de levar conhecimentos aos povos mais longínquos do Planeta Terra. O Blog Marisa Diniz Networking, diferente do propósito dos demais, irá reproduzir todos os artigos escritos pela Editora, Escritora e Comendadora Marisa Fonseca Diniz nos anos de 2015, 2016 e 2017 no Programa Cases (quando da Record News),  no site Engenharia e Construção, na Medium Corporation e  na beBee Affinity Social Network, SL, a fim de que todos os seguidores e leitores conheçam um pouco mais dos artigos escritos em outras redes de comunicação, tanto do Brasil quanto em Portugal, Espanha e Estados Unidos da América. Que mais conhecimentos técnicos possam ser agregados na vida profissional de cada um dos leitores, artigos estes escritos por uma especialista da área de negócios nacionais e internacionais, empreendedorismo e engenharia sustentável.

Esperamos que todos os leitores gostem da novidade, compartilhem os links e continuem contribuindo com o blog deixando registrado seus comentários.

Deixamos aqui nosso agradecimento ao Fernando Fernandes editor e responsável pelo Programa Cases, ao Tiago Cunha responsável pelo site Engenharia e Construção e aos responsáveis das redes beBee e Medium, que permitiram que os artigos fossem republicados neste blog na Edição Especial.

Quem quiser saber um pouco mais da vida profissional desta renomada escritora, basta acessar seu perfil profissional na rede beBee ou LinkedIn.


Marisa Fonseca Diniz
Editora e Escritora – MD Networking Publications